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Música “Não estamos pendurando a chuteira”, diz Samuel Rosa sobre o fim do Skank

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O vocalista da banda formada em 1991, e que agora está em turnê se despedindo de seu público

Foto: Reprodução/Instagram
O vocalista da banda formada em 1991, e que agora está em turnê se despedindo de seu público. (Foto: Reprodução/Instagram)

Em 2019, com quase 30 anos de atividade, o Skank anunciou seu fim. Os quatro integrantes – Samuel Rosa, Henrique Portugal, Lelo Zaneti e Haroldo Ferretti – avisaram o público que estavam se separando, mas que antes fariam uma turnê de despedida que começou em 2020 e foi interrompida pela pandemia de coronavírus.

Agora de volta ao palco, eles celebram as três décadas de união e do lançamento do primeiro disco, que levava o nome da banda, e que somado aos outros 13, entre gravações em estúdio e ao vivo, passam de seis milhões de cópias vendidas.

Nesse tempo junto, o Skank emplacou hit inesquecíveis como Garota Nacional, É Uma Partida de Futebol, Pacato Cidadão, Te Ver, Vamos Fugir e Vou Deixar, todos no repertório dos últimos shows, que passam de duas horas de duração – o último da turnê pode virar um registro em DVD.

Tranquilo com a nova fase que se anuncia, Samuel Rosa conversou com a Quem e revelou os motivos da separação, seu planos futuros e a certeza de que, com os integrantes juntos ou separados, o Skank existirá “independentemente de a banda estar na estrada ou não, ela continua existindo enquanto as pessoas escutarem nossas músicas.”

Como tem sido a recepção do público nos shows?

Samuel Rosa: Tem sido maravilhosa. A gente sente no público uma tristeza, e uma ponta de esperança de que não seja a cartada final do Skank, e se for um término, que seja temporário, apenas o fim de um ciclo, e isso pode acontecer, eu deixo bem claro nas entrevistas que não é um fim definitivo, nada impede que a gente se reúna, mas também pode ser que a gente não se reúna, temos as duas possibilidades. Então há essa tristeza, mas também a ânsia de aproveitar, de se deleitar com uma banda que ficou na ativa por 30 anos. Não tivemos nenhum período de ostracismo, nenhuma baixa, a gente teve a sorte de estar sempre atuante, em plena atividade, sempre fazendo show, estamos em turnê há 30 anos. E que venham os próximos projetos porque não estamos pendurando a chuteira, cada um vai trilhar um caminho solo, porque antes de Skank somos indivíduos, e acredito no potencial de cada um separado, assim como sempre acreditei na banda.

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1 Comentário
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Lecino Ferreira Silva
5 de março de 2022 09:44

Quem pendura as chuteiras de vocês é o público vivente. Ainda mais agora sem a Lei Reuanet, jogaram a última pá de cal! huáhuáhuáhuáhuá…

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