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Brasil “Não vou polemizar com pessoas que estou investigando”, afirma o procurador Rodrigo Janot

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Afirmação se refere a ataques do senador Collor, investigado na Lava-Jato. Na tribuna do Senado, ele proferiu palavrão para xingar o procurador-geral (Foto: Fellipe Sampaio/STF)

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirmou nesta sexta-feira (07) durante evento em Belo Horizonte que não polemiza com pessoas que está investigando.

Nesta quinta-feira (06), em discurso na tribuna do Senado, o senador Fernando Collor (PTB-AL) usou um palavrão para xingar Janot. Collor é um dos políticos denunciados pelo procurador e investigados no STF (Supremo Tribunal Federal) por suspeita de envolvimento com o esquema de corrupção na Petrobras revelado pela Operação Lava-Jato.

“Olha, eu não vou polemizar com pessoas que eu estou investigando. Eu não polemizo nem sobre esse fato nem sobre outros fatos que ele atacou contra minha honra e contra a honra da minha mãe também”, declarou o procurador-geral, em resposta a um aluno, durante a aula magna que foi convidado a proferir na Faculdade de Direito Dom Helder Câmara.

Na última quarta-feira (05), Janot foi indicado por procuradores da República para mais um mandato de dois anos à frente da Procuradoria Geral da República. Ele foi o primeiro colocado na eleição que definiu a lista tríplice da Associação Nacional dos Procuradores da República.

Em uma conversa informal com os alunos, Janot respondeu a questões sobre corrupção e afirmou que se baseia em questões técnicas nas investigações Operação Lava-Jato.

Ele foi questionado se há risco de golpe no País, levando em consideração as “acusações da Lava-Jato”, e se considera que as instituições brasileiras estão “maduras” para enfrentar este tipo de movimento.

“A primeira coisa é deixar bem claro: a atividade do Ministério Público, ela não tem nada a ver com a atividade política. O que a gente faz é uma investigação técnica, e nós somos retos no atuar enquanto Ministério Público. Tudo aquilo que não é questão de Ministério Público e de investigação, a gente não trata. Então não tem nenhuma atuação política. A gente não faz atuação escolhendo investigado. Mesmo porque só podemos investigar o que é fato”, respondeu. (AG) 

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