Sábado, 31 de Outubro de 2020

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Geral A Nasa vai restaurar a sala de controle da missão Apolo 11

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As teorias de conspiração vão desde montagens baratas até o envolvimento do diretor de cinema Stanley Kubrick, que teria ajudado a Nasa a falsificar as imagens. (Foto: Nasa/Divulgação)

Como parte do início das comemorações da chegada do homem à Lua, a Nasa (agência espacial norte-americana) vai restaurar a sala onde foi feito o controle da missão Apolo 11, que levou os astronautas Neil Armstrong e Edwin “Buzz” Aldrin a pisarem em solo lunar. O local será reconstruído nos mínimos detalhes: objetos da época, como cinzeiros, latas de lixo e xícaras de café, serão comprados para compor o cenário.

A previsão é de que o local esteja aberto para visitação em 2019, ano que marca os 50 anos da chegada do homem à Lua.

A ideia de recuperar a sala de controle já era antiga, mas faltava financiamento, informou a Nasa. Agora, com o aporte financeiro da Fundação Space Center Houston, isso será possível. A agência espacial não divulgou detalhes sobre os custos da reforma.

“O MCC [Centro de Controle de Missão, em português] virou Monumento Histórico Nacional em 1985. Ele foi restaurado parcialmente, ao longo dos últimos anos, mas ainda assim continuou a se deteriorar”, informou a Nasa, em comunicado.

Segundo a agência americana, a restauração vai possibilitar que a próxima geração tenha esse grande momento histórico como inspiração.

“As lições que aprendemos com o Programa Apolo abriram as portas aos programas seguintes da Nasa, o que tornou possível a construção da Estação Espacial Internacional”, concluiu a agência espacial.

Lado oculto

Ken Johnston, ex-gerente de dados do controle de fotografias do laboratório Receptor Luna da Nasa revelou para canais de TV americanos a verdade por trás do lado oculto da lua. Verdade esta que, segundo ele, a agência espacial esconde de todo mundo há mais de 40 anos.

Segundo Johnston, no dia 20 de julho de 1969, quando a Apolo 11 fez seu primeiro pouso na Lua, sua tripulação tinha como missão explorar o solo lunar. Mas o que a tripulação teria encontrado foi algo muito mais surpreendente. Eles teriam visto construções antigas com origem artificial. Segundo depoimentos dados a seus supervisores, os astronautas da época afirmam terem encontrado ruínas de edifícios em formato de torre com mais de 300 metros de altura.

Além disso, havia na base extraterrestre uma grande operação de mineração e tecnologia de gravitação desconhecida. Além de terem visto objetos voadores em formato oval pousados sobre a superfície da lua, os astronautas haviam batido mais de 100 fotos de tudo que foi encontrado. Mas, segundo relatos, a Nasa teria dado a ordem para Johnston destruir as imagens, e ele teria se recusado a seguir a determinação.

Essa notícia já veio à tona em 2008, quando o ex-astronauta Neil Armstrong concedeu uma entrevista a um site de notícias. Na época, o ex-astronauta afirmou que, no lado oculto da lua, teriam sido encontradas gigantescas construções, uma espécie de base extraterrestre, e eles estariam fazendo uma operação de mineração na superfície lunar. Além disso, a tripulação da Apollo 11 teria fotografado naves-mães enormes pousadas sobre a superfície lunar.

Além das fotos, uma câmera a bordo da sonda também teria gravado em tempo real as provas sobre o fato. Porém, quando retornaram à Terra, os astronautas foram orientados a não comentar nada a respeito do assunto. Todo o material teria sido apagado pela agência.

Esses relatos aparecem no livro lançado recentemente chamado “Dark Mission: The Secret History of Nasa”. O livro tem coautoria do consultor da Nasa e conselheiro da CBS, Richard C. Hoagland, em parceria com Mike Bara, consultor de engenharia de área espacial. Na obra, consta que o homem teria sido expulso da Lua por uma civilização extraterrestre que explora o local, o que poderia explicar o fato de o homem nunca mais pisar novamente em solo lunar há mais de 40 anos.

 

 

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