Sexta-feira, 03 de Julho de 2020

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Celebridades “Nenhuma critica vai me arrasar”, diz Bruna Lombardi sobre seu trabalho como escritora

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Bruna Lombardi ao lado do marido, Carlos Alberto Riccelli, de 73, e do filho, Kim Riccelli, de 38. (Foto: Divulgação)

Com 1,2 milhão de seguidores no Instagram, Bruna Lombardi se surpreendeu outro dia com o que um de seus fãs tinha guardado: um sabonete Lux saído dos anos 1990 com seu rosto e nome na embalagem.

“É muito incrível como as pessoas guardam coisas que nem eu tenho”, se impressiona a atriz e escritora de 67 anos, que retorna às telas para a segunda temporada de “A vida secreta dos casais”, às 21h na HBO.

Na produção, criada pela própria Bruna, ela é Sofia Prado, sexóloga e terapeuta que dirige um instituto dedicado ao tantrismo. O estilo da personagem se aproxima do de sua criadora, que mantém o Rede Felicidade, site com dicas sobre autoconhecimento e espiritualidade. Mas ela descreve de forma objetiva o processo de criação de uma personagem para si mesma.

“É interessante porque tem uma separação. Quando você escreve, canaliza o mundo: vai usar e criar os personagens que são importantes para o seu trabalho. Depois, é como qualquer outro ator pega qualquer outro personagem. Vou estudar, me envolver, como todos os outros”, detalha Bruna, que na produção ainda colabora com o marido, o ator e diretor Carlos Alberto Riccelli, e o filho, Kim Riccelli. Carlos e Kim assinam a direção da produção, que nesta temporada ainda conta com uma participação especial da cartunista Laerte, como ela mesma, e com a adição da atriz Mayana Neiva ao elenco.

Apesar da “aura zen” de Sofia, a trama com que ela se envolve não é nada paz e amor: nos novos episódios, a terapeuta se une ao investigador Luís (Carlos Alberto Riccelli) e ao jornalista Vicente (Alejandro Claveaux) para elucidar o assassinato de Daniel (João Paulo Lorezon). No meio do caminho, o trio se depara com um grupo de hackers que tenta obter arquivos sigilosos sobre a rede de corrupção comandada pelo banqueiro e empresário Edgar Eleno Andreazza (Paulo Gorgulho).

A HBO não quis adiantar o episódio para avaliação da reportagem. Sobre a trama, que conta com mais de cem personagens, Bruna diz que pensou em tudo muito antes de hackers ganhem destaque no noticiário, com o vazamento de conversas da força-tarefa da operação Lava-Jato.

“É muito louco, porque todo mundo acha que eu estava com uma bola de cristal. Mas quando você escreve, tem que ter uma antena para captar os acontecimentos”, defende.

De boas com Bon Jovi

Escritora desde 1976, quando publicou “No ritmo dessa festa”, seu primeiro livro de poemas, ela disse nunca ter enfrentado dificuldades para ser levada a sério enquanto autora, ao mesmo tempo em que era símbolo sexual de uma geração.

“Se houve outra visão, não chegou aonde eu estava. Obviamente que você não pode controlar a opinião de todo mundo. Eu segui meu caminho e fiz o que tinha que fazer. Mas em momento nenhum me deslumbrei, como nenhuma crítica vai também me arrasar.”

Ela também diz nunca ter sofrido qualquer tipo de assédio. Nem mesmo a tirou do sério a famosa entrevista com Bon Jovi, em que ela confronta a atitude machista do roqueiro.

“Depois da entrevista, a gente conversou muito. Como mulher, acho que sempre tive esse tipo de postura. Acho que a gente tem que buscar esse respeito.”

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