A Nintendo, tradicional empresa de videogames do Japão, viu suas ações subirem durante a semana. A razão para essa vida extra foi o lançamento Pokémon Go, jogo para celulares com sistemas Android e iOS inspirado em uma de suas séries mais populares.
Os fãs da saga foram à loucura: segundo a consultoria Sensor Tower, mais de 15 milhões de pessoas já baixaram Pokémon Go. Ele usa seu GPS. Você joga andando pelo mundo real e caçando pequenos monstros virtuais como o Pikachu e Jigglypuff em lugares perto da localização do seu telefone e treinando-os para lutar uns contra os outros. O sucesso vem da mistura de jogo e realidade. Na tela do telefone você vê o mundo real, como na câmera do seu celular, mas habitado por monstrinho do Pokémon.
A febre pelo jogo fez usuários invadirem museus, cemitérios e lojas nos Estados Unidos e na Europa. O Museu Memorial do Holocausto, em Washington (EUA), chegou a pedir para que os usuários respeitassem o local e não jogassem por lá, enquanto o porta-voz do campo de concentração de Auschwitz, na Polônia, disse que jogar no memorial é um desrespeito às pessoas assassinadas no lugar.
