Quarta-feira, 30 de setembro de 2026

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Brasil No Brasil, 54 milhões de pessoas estão imunizadas contra o coronavírus

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As quedas de casos e mortes por covid-19 coincidem com a vacinação. (Foto: Cristine Rochol/PMPA)

Mais de 122 milhões de pessoas receberam a primeira dose de vacina contra a covid-19 e mais de 54 milhões completaram o esquema de imunização ou receberam a aplicação única e estão imunizadas, segundo dados divulgados pelo consórcio de veículos de imprensa às 20h deste sábado.

Na primeira dose, foram vacinadas 122.376.066, o que corresponde a 57,79% da população. Entre os imunizados estão 54.890.099 pessoas, o que corresponde a 25,92% da população.

Nas últimas 24 horas, a primeira dose foi aplicada em 1.113.046 pessoas, a segunda em 881.174 e a única em 7.847, um total de 2.002.067.

Os Estados com maior porcentagem da população imunizada são o Mato Grosso do Sul (40,59%), São Paulo (32,40%), Rio Grande do Sul (31,62%), Espírito Santo (28,33%) e Santa Catarina (26,67%).

Já entre aqueles que mais aplicaram a primeira dose estão São Paulo (70,68%), Mato Grosso do Sul (62,64%), Rio Grande do Sul (62,38%), Santa Catarina (60,61%) e Paraná (59,99%).

Pedido de informações

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) pediu à Janssen informações sobre o andamento dos estudos do laboratório sobre a necessidade de dose de reforço ou de revacinação do seu imunizantes contra a covid-19.

O objetivo, segundo a Anvisa, é antecipar informações que permitam avaliar o cenário em torno da necessidade ou não de doses adicionais das vacinas em uso no Brasil. O órgão também informou que pediu que a Janssen agende uma reunião com os técnicos da Agência para discutir dados disponíveis sobre a questão.

O imunizante da Janssen é o único em uso no Brasil que é administrado em apenas uma dose. Ele tem autorização para uso emergencial, aprovado em março.

Na última quinta-feira (19), a Anvisa recomendou que o Plano Nacional de Imunização (PNI) adote uma dose de reforço, “em caráter experimental”, para idosos acima de 80 anos e pessoas com a imunidade comprometida que tomaram a vacina Coronavac.

A orientação não tem caráter obrigatório e aplicação imediata. A indicação da Anvisa é para que a recomendação seja avaliada pelo Ministério da Saúde e órgãos envolvidos no PNI. O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, diz que o governo já estuda a aplicação da 3ª dose e que ela deve começar por idosos e profissionais de saúde.

Em julho, a Anvisa autorizou que os laboratórios Pfizer e AstraZeneca investigassem efeitos e necessidades de uma dose extra contra a covid-19. Os estudos estão em andamento em pelo menos cinco Estados.

Casos e óbitos

O Brasil registrou 585 mortes por covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 574.243 óbitos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias ficou em 773, a menor desde o dia 7 de janeiro deste ano. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de -14% e aponta tendência de estabilidade. É o 10º dia seguido de estabilidade, após um período de 12 dias em queda.

Em 31 de julho o Brasil voltou a registrar média móvel de mortes abaixo de 1 mil, após um período de 191 dias seguidos com valores superiores. De 17 de março até 10 de maio, foram 55 dias seguidos com essa média móvel acima de 2 mil. No pior momento desse período, a média chegou ao recorde de 3.125, no dia 12 de abril.

Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 20.553.744 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 25.717 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 29.437 diagnósticos por dia, uma variação de -10% em relação aos casos registrados na média há duas semanas, o que indica estabilidade.

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