Quarta-feira, 27 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 21 de abril de 2021
Com pouco mais de seis meses desde o lançamento, o PIX, novo meio de pagamento do BC (Banco Central), já passou por uma série de melhorias e ganhou novas funcionalidades. No último dia 13, a autoridade monetária realizou o Fórum PIX, onde foram anunciadas as novidades incorporadas na agenda de desenvolvimento para 2021.
O QR Code Pagador é a nova ferramenta do PIX que permitirá transferências mesmo off-line. Em nota, o consultor no Departamento de Competição e de Estrutura do Mercado Financeiro do BC (Decem), Breno Lobo, explicou que, ao permitir que o usuário faça pagamentos em estabelecimentos comerciais ou transferências quando não tenha acesso à internet, amplia-se o acesso da sociedade ao PIX.
A expectativa é de que a nova função esteja disponível para os usuários até o final deste ano. Até o mês de março, segundo dados do BC, mais de 80 milhões de usuários foram cadastrados no serviço de pagamentos, dos quais 75 milhões são pessoas físicas e 5 milhões pessoas jurídicas.
Vale destacar que as transações já ultrapassaram a marca das 393 milhões de transferências, com volume financeiro de R$ 278 bilhões.
Outras funcionalidades
Além do QR Code Pagador, outras funcionalidades foram debatidas no encontro, como o PIX Cobrança. Por meio da ferramenta, os usuários recebedores terão mais facilidade para gerenciar cobranças relativas a pagamentos imediatos e com vencimento.
Em tempo: a funcionalidade PIX Cobrança para pagamentos imediatos já estava disponível para os usuários desde o lançamento, em novembro de 2020. A opção para pagamentos com vencimento, realizados em data futura e que podem incluir juros, multas, acréscimos, descontos e outros abatimentos, está na fase final de testes e deve ser lançada para os usuários a partir do dia 14 de maio.
Outra funcionalidade que foi debatida no fórum foram os saques por meio do PIX. O objetivo da ferramenta que possibilita aos usuários usar o PIX para fazer retirada de dinheiro em espécie, é aumentar a capilaridade dos pontos de saque para as pessoas e melhorar as condições de oferta pelas instituições. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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