Sexta-feira, 07 de Agosto de 2020

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Mundo Novo decreto na Itália estende medidas contra o coronavírus até o dia 31

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As medidas do novo decreto incluem a obrigação de usar máscaras no transporte público, em lojas, escritórios, hospitais e clínicas e locais de trabalho

Foto: Reprodução
As medidas do novo decreto incluem a obrigação de usar máscaras no transporte público, em lojas, escritórios, hospitais e clínicas e locais de trabalho. (Foto: Reprodução)

O ministro da Saúde da Itália, Roberto Speranza, se dirigiu nesta terça-feira (14) ao Senado para apresentar o novo decreto do governo, que estende as restrições destinadas a reduzir a propagação do coronavírus (Sars-CoV-2) até 31 de julho.

“Hoje, 13 milhões de pessoas foram infectadas e meio milhão morreu. É evidente que não podemos baixar nossa guarda e não devemos nos dividir sobre isso”, disse. Segundo Speranza, “há um debate na comunidade científica, mas ninguém diz que não é necessário usar máscaras faciais, manter distância ou lavar as mãos”.

As medidas do novo decreto incluem a obrigação de usar máscaras no transporte público, em lojas, escritórios, hospitais e clínicas e locais de trabalho, além de lugares onde não é possível que as pessoas estejam pelo menos a um metro de distância uma da outra. “Não pode haver risco zero sem uma vacina”, afirmou.

O ministro do governo de Giuseppe Conte ressaltou que não se deve “subestimar o risco da pandemia”, principalmente porque a “circulação do vírus está se acelerando e não está perdendo força”. Desta forma, o governo segue sua “linha prudente” em relação às chegadas de fora da Europa depois de vários surtos na Itália decorrentes de casos importados de infecção.

“Não devemos voltar atrás com as medidas de prevenção para reacender nossa economia. Não podemos render em vão os sacrifícios feitos”, acrescentou Speranza. Ele explicou que atualmente existe uma proibição de chegadas e trânsito de 13 países e reforçou que essa lista será atualizada constantemente, assim como a quarentena de 14 dias permanecerá para todas as chegadas de países fora da Europa.

“Estamos em perigo de importar o novo coronavírus de cidadãos estrangeiros ou italianos que retornam para casa. A atenção é máxima também nos desembarques de migrantes, com um período de quarentena.

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