Sábado, 30 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 6 de julho de 2021
Regina Célia foi questionada sobre "pressões" para a compra da vacina indiana
Foto: Marcos Oliveira/Agência SenadoA servidora do Ministério da Saúde Regina Célia Silva Oliveira, fiscal do contrato da Covaxin, negou à CPI da Covid, em depoimento nesta terça-feira (06), que tenha sofrido qualquer tipo de pressão dentro da pasta para liberar a compra das doses da vacina indiana contra o coronavírus.
“Nunca sofri pressão em relação a esse processo. Nunca recebi nenhuma pressão em relação a esse processo”, declarou Regina Célia em resposta ao relator da CPI, senador Renan Calheiros (MDB-AL).
Ela é a fiscal que autorizou o avanço das negociações. A servidora avalizou, por exemplo, que o laboratório indiano Bharat Biotech enviasse apenas 3 milhões de doses na remessa inicial, quando o combinado era o envio de 4 milhões.
Os envios não foram concretizados e, por isso, nenhum valor foi pago pelo governo brasileiro nesse contrato. Há uma semana, após denúncias de irregularidades, o Ministério da Saúde decidiu suspender a compra da Covaxin.
Regina Célia foi questionada sobre “pressões” na contratação porque outro servidor do Ministério da Saúde, Luis Ricardo Miranda, relatou à CPI e ao Ministério Público Federal ter sofrido “pressões atípicas” para liberar a importação da vacina.
O imunizante é o mais caro negociado pelo governo até agora. As negociações para a aquisição da Covaxin são investigadas pela CPI da Covid, pelo Ministério Público Federal, pela Polícia Federal e pelo Tribunal de Contas da União.
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Aziz, Renan e sua turma não se conformam com quem responde diferente daquilo que eles esperam ouvir, atrapalhando as resposta e interrompendo raciocínios, numa busca incessante em achar vestígios, mesmo de uma vacina que não foi comprada e muito menos paga, diferente do Consórcio Nordeste que pagou 40 milhões e nada recebeu até agora…como Não tem a ver com Bolsonaro, fecha-se os olhos, sob aplausos da mídia.
Ter parente politíco, quase sempre dá nisso! Por algumas perguntas que fizeram, esta Senhora até que foi muito elegante nas respostas, sem considerar que nem os inqueridores tinham conhecimento do que estavam perguntando, repetindo e induzindo que Ela respondensse o que “Eles” queriam ouvir! Impressionante a competência e conhecimento da maioria dos nossos Congressitas!