Sexta-feira, 12 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 30 de março de 2021
O Brasil vive seu período mais mortal desde o início da pandemia com recordes sucessivos do número de mortes e de casos de covid-19. Com isso, assumiu neste mês a liderança global do ranking de países com mais mortes diárias pelo coronavírus.
Neste período, o Brasil superou o total de óbitos registrados no maior continente do mundo, a Ásia. É o que aponta o levantamento feito com base nos dados da plataforma “Our World in Data”, ligada à Universidade de Oxford.
Com as 3.668 vidas perdidas para o novo coronavírus nesta terça-feira (30), que elevou a média de mortes ao recorde de 2.728 óbitos nos últimos 7 dias, o Brasil superou as 62 mil mortes somente no mês de março, mais do que o dobro de mortes registradas na Ásia no mesmo período, quando 26.625 pessoas morreram no continente mais populoso do mundo.
Ainda na comparação internacional, o Brasil registrou mais mortes do que os três países que formam a América do Norte (54.838 óbitos).
Para superar o número total de mortes contabilizadas no Brasil em março, é preciso somar todos os mortos por covid-19 na Rússia, Itália, França, Polônia, Ucrânia, Espanha, Alemanha e República Checa. Oito destes países fecham a lista dos 11 territórios onde há mais mortes por covid-19, e, juntos, somam 63.150 óbitos.
Os Estados Unidos, segundo colocado no ranking internacional de mortes por covid-19, teve quase 22 mil mortes a menos do que o Brasil. Até esta segunda (29) morreram 35.919 norte-americanos por causa do doença.
Em março, a taxa de mortalidade no Brasil foi de 26,89 mortes por covid-19 a cada grupo de 100 mil habitantes. Os Estados Unidos, por sua vez, tem taxa quase três vezes menor do que o Brasil, com 10,63 mortes a cada 100 mil habitantes.
Quando a comparação considera o tamanho da população, a situação de países como República Checa e Polônia é ainda mais grave do que a do Brasil. Os dois países — com populações de 10,7 milhões e 9,6 milhões de habitantes, respectivamente — ultrapassam 53 mortos por 100 mil habitantes.
Vacinação
Balanço da vacinação contra covid-19 desta terça aponta que 16.937.084 pessoas já receberam a primeira dose de vacina contra a covid-19, segundo dados divulgados até as 20h. O número representa 8% da população brasileira.
A segunda dose já foi aplicada em 4.946.579 pessoas (2,34% da população do País) em todos os Estados e no Distrito Federal.
No total, 21.883.663 doses foram aplicadas em todo o país.
Nas últimas 24 horas, foram aplicadas 678.341 primeiras doses e 127.255 segundas doses.
A informação é resultado de uma parceria do consórcio de veículos de imprensa, formado por G1, O Globo, Extra, O Estadão de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL. Os dados de vacinação passaram a ser acompanhados a partir de 21 de janeiro.
Verificação de Email - você receberá um email de confirmação após enviar o seu primeiro comentário, mas ele só será publicado depois que você clicar no link de verificação enviado para a sua conta de e-mail para confirma-lo. Os próximos comentários serão publicados automaticamente por 30 dias!
Eu tive o Covid…. e não me espanta tão poucas mortes…. Explico: Perebi que estava com o Virus(Cansaço, sono, falta de Olfato, febre)……. Entrei com a Medicação imediatamente: Fui ao posto de Saúde para fazer o exame…. fiz o exame e me informaram que o resultado sairia em até 7 dias….. e acreditem…. me mandaram ficar em casa e aguradar o resultado do exame…. Na manhã do 7 dia… recebi uma ligação para ver como eu estava…. informei que estava com sequelas(tosse seca e ainda cansado….mas estava bem…) acreditem…. me disseram que eu estava de alta…poderia então sair de c…See… Leia mais »
Cuidado …. que o pessoal do STF, está monitorando mensagens do odio contra a instituição….!!!
Sim….. porque a caneta está com eles….!!!!
JUMENTO….!!!
Nada de espanto, com o país tendo um asno com a caneta na mão.
E o gado aplaudindo.
Nada fora do previsto no “país do carnaval”, que mesmo tendo cancelado oficialmente a tal “festa popular”, a mesma ocorreu de sul a norte clandestinamente com aglomerações e sem máscaras, “como se não houvesse amanhã”. E veio a conta!