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Colunistas O corrupto favorito

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Eduardo Cunha. (Foto: André Coelho/AG)

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

Até quarta feira da semana passada a possibilidade de aprovação do impeachment da presidenta Dilma Roussef era uma realidade. Mas, o tempo voa e tudo pode mudar ao sabor das circunstâncias. E, aconteceu justamente isso. A oposição não se preocupou em aprovar e colocar no colo o seu corrupto preferido e dai que agora já é voz corrente e sonante que aqueles que queriam derrubar a Dilma em virtude de sua aprovação popular nas ultimas eleições perderam.

Sim a revista Veja porta voz de todo o ódio contra os governos do PT. Voz tonitroante contra todos os avanços que favoreceram os pobres do nosso país admitiu em editorial no final de semana que o golpe não terá sucesso. Dilma não vai sofrer o impeachment.

Mas, para variar em sua empáfia e arrogância a Veja jamais irá admitir que, errou então resolveram creditar o fracasso ao seu corrupto favorito, ao super suspeito Eduardo Cunha: para quem não lê mais a Veja, e nem deve, pois nada perde reproduzo parte do editorial utilizando o portal 247: 1) O impeachment não passará na Câmara dos Deputados. 2) Não há lisura no processo que vem sendo conduzido na casa. 3) Eduardo Cunha abriu o processo por vingança, confirmando o que vem sendo dito tanto pela presidenta Dilma Rousseff como pelo ministro José Eduardo Cardozo.

A revista Veja, agora sob nova direção, comandada por André Petry, sinaliza que a Abril está ciente de que a oposição não tem os votos necessários para consumar o golpe contra a democracia que vem sendo conduzido pela aliança entre os “moralistas” do PSDB e o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ); mais do que isso, Veja diz que a presidenta Dilma Rousseff tem razão ao dizer que Cunha instalou o processo por “vingança”, o que já bastaria para anular o processo, e diz que a oposição errou ao se aliar ao presidente da Câmara; “Desmoralizado por propinas e contas secretas na Suíça, Cunha, com sua presença, contamina a lisura do impeachment”.

O PMDB também está sofrendo a dor do arrependimento. Muitos figurões do partido mais venal da história deste país estão lamentando o desembarque do governo determinado pelo Michel Temer que até alguns dias, tinha convicção de que assumiria o governo sem nenhum voto. No tapetão. Agora cientes de que tudo deu errado, estão maldizendo a decisão.

A pesquisa Datafolha enterrou todos os discursos da oposição que tem em seus quadros corruptos de várias nuances e dimensões. O povo, sempre tratado com desprezo está muito mais ligado do que suspeitavam os lideres de oposição. Vamos ter uma semana intensa, sofrida e inesquecível. Mas, uma coisa é certa. Certíssima! Não vai ter golpe!

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul.
O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

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