Segunda-feira, 27 de abril de 2026
Por Redação O Sul | 26 de abril de 2026
Poucos nomes carregam tanto peso na história do cinema mundial quanto Al Pacino, que chegou aos 86 anos no último sábado (25). Dono de um talento raro, o “rei” da telona construiu uma carreira marcada por personagens intensos e inesquecíveis, que atravessam gerações e permanecem vivos no imaginário do público.
Não por acaso, títulos como “Perfume de Mulher”, “Um Dia de Cão” e o clássico “O Poderoso Chefão” são lembrados até hoje como verdadeiras obras-primas.
Mais do que técnica, Pacino se destacou por uma presença de cena magnética e por uma entrega emocional que poucos conseguem alcançar.
Ao longo das décadas, tornou-se aquele tipo de artista que todos querem ter por perto em um set, e entender quais são as habilidades e estratégias que utiliza para manter fluidas suas cenas.
No início dos anos 2000, Patrícia de Sabrit teve o privilégio de conviver alguns dias com Pacino. A atriz, conhecida por novelas como “Pérola Negra”, no SBT, e “Olho no Olho”, na Globo, viveu de perto essa experiência ao se mudar para os Estados Unidos com o objetivo de estudar cinema na época.
Durante esse período, ela participou como figurante em uma produção dirigida por Oliver Stone e acabou tendo a chance de conviver com Pacino.
Qual a curiosidade sobre Al Pacino?
Em entrevista, em 2015, ela relembrou o momento com entusiasmo: “No filme de Oliver Stone fiz apenas figuração, mas, como foram 10 dias de gravação em Miami, pude conversar com Al Pacino e o próprio Oliver. Não podia ser mais alto nível”, contou.
Mas foi em março de 2026, durante sua entrevista para o ‘The Noite com Danilo Gentili’, que a atriz revelou um detalhe curioso e até inusitado sobre o método de trabalho do astro.
Segundo ela, Pacino, frequentemente comparado a Antonio Fagundes pela facilidade em decorar textos, usa dublês para representá-lo em ensaios e marcações de cena. Assim, o ator só entra efetivamente em ação no momento da gravação.
O relato, longe de diminuir seu talento, apenas reforça o status que Pacino alcançou ao longo da carreira: o de um artista que domina sua arte a ponto de otimizar cada etapa do processo. Para muitos, pode soar como luxo. Para outros, é simplesmente o reflexo de décadas no topo da indústria.
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