Segunda-feira, 04 de maio de 2026

Porto Alegre
Porto Alegre, BR
12°
Fair

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Brasil O governo começa a demitir indicados de deputados da base aliada que votaram contra a reforma trabalhista na Câmara

Compartilhe esta notícia:

Definir qual é o melhor momento de se aposentar é sempre muito pessoal, porque envolve fatores emocionais, econômicos, físicos e sociais. (Foto: Reprodução)

O governo começou a demitir indicados de deputados da base aliada que votaram contra a reforma trabalhista na Câmara. Em reunião realizada  nesta segunda-feira (01) com ministros e líderes, no Palácio da Alvorada, o presidente Michel Temer disse que quem está com o governo tem bônus, mas também ônus e avisou que será preciso dar o exemplo, com cortes de cargos, para impedir que novas traições prejudiquem a votação da reforma da Previdência.

As mudanças na aposentadoria começam a ser analisadas nesta terça-feira (02) por uma comissão especial da Câmara. A expectativa do Palácio do Planalto é de que até julho a proposta tenha passado pelo plenário da Câmara e do Senado, mas esse calendário deve atrasar porque a base aliada está rachada e há muitas resistências à proposta.

As demissões que sairão no Diário Oficial atingirão cargos em órgãos federais nos Estados. Entre os atingidos estão deputados do PR, PP, PSB e até do PMDB, partido de Temer. Os cargos maiores, como ministérios e presidências de fundações, só serão retirados se houver infidelidade na votação da reforma da Previdência.

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, considerou “normal” a reação da sociedade à proposta de mudanças na Previdência. “Se alguém me fala que vai me tirar um direito, eu fico bravo, com razão”, disse Meirelles ao comentar as manifestações de sexta-feira e de ontem, contra as reformas propostas por Temer. “Agora, é preciso dizer a verdade para a população, que o Brasil, se continuar do jeito que está, não vai pagar as contas.”

O líder do governo na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), afirmou que o momento, agora, é de “consolidação” da base aliada. “Nós temos convicção de que possuímos maioria ampla na comissão especial da reforma da Previdência”, disse Ribeiro. Para ser aprovado, o texto precisa de 19 dos 37 votos.

O ministro da Secretaria de Governo, Antonio Imbassahy, afirmou que o governo terá de fazer “os necessários ajustes” para evitar uma contaminação na base que amplie a dificuldade em torno da reforma da Previdência. “É preciso tirar a laranja podre do cesto”, disse ele. (AE)

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Brasil

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Após 40 anos, o bebê de proveta ainda é uma opção para poucas pessoas no Brasil
Em gravação, uma ex-assessora do presidente americano, Donald Trump, ameaça revelar corrupção
Pode te interessar