Quinta-feira, 25 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 6 de outubro de 2019
De acordo com o analista Ming-Chi Kuo, que é muito próximo de pessoas ligadas à Apple, a empresa pode mudar sua estratégia para nomear seu smartphone, ao menos em 2020. Dessa forma, o próximo iPhone se chamaria iPhone 12, e não iPhone 11S.
Desde o iPhone 3GS, a Maçã usa a designação “S” para diferenciar modelos que trazem um novo design daqueles que repetem o chassi da geração anterior, apenas acrescentando novo hardware e novos recursos. Tem sido assim nos últimos anos, salvo sob raras exceções.
Se Kuo estiver correto, essa mudança de nome pode indicar que o próximo iPhone vai adotar uma nova aparência, que, de acordo com o analista, pode trazer algumas características do iPhone 4, lançado em 2010.
Essa estratégia, aliás, pode se tornar padrão para a Apple, considerando que o mercado de smartphones está cada vez mais dinâmico, principalmente depois que as companhias chinesas se espalharam pelo resto do mundo.
Atualmente, o quesito “design” é muito mais importante que há cinco anos, e a cada nova geração uma empresa lança algo revolucionário, ou próximo disso. Baseado nessa necessidade de uma aparência mais condizente com seu tempo, o designer Mauro Battino criou sua própria ideia de design para o próximo iPhone.
Apple aumenta produção do iPhone 11
Em relação ao iPhone 11 e 11 Pro, uma reportagem do Nikkei Asian Review informou que a grande demanda pelos aparelhos fez Apple solicitar o aumento de sua produção em 10%, o que em números mais exatos, corresponde a oito milhões de unidades.
A empresa parece ter sido pega de surpresa, já que as vendas da geração anterior foram inferiores ao esperado. O aumento de procura pelos modelos atuais pode encaixar com fatores como preços menos abusivos e a migração dos usuários que ficaram mais tempo usando modelos antigos.
Teclado
Uma nova patente registrada pela Apple promete aproximar os teclados virtuais de suas contrapartes físicas: segundo o site Patently Apple, a empresa quer criar uma tecnologia que traz a sensação de toque mecânico a teclados virtuais. A aplicação da patente ainda está pendente de aprovação, vale ressaltar.
A Apple tem experiência em remover aspectos físicos de diversos produtos, trocando-os por versões virtualizadas – vide o iPhone, que desde sua concepção, em 2008, abandonou o teclado físico e, mais recentemente, abandonou o botão Home.
No caso da nova patente, o que a Apple planeja é levar isso além. Baseada numa série de motores hápticos e combinando-os com pequenas descargas eletrostáticas, a tecnologia descrita na patente busca oferecer ao usuário a sensação de toque dos teclados físicos, porém sem abrir mão da conveniência de sua contraparte virtual: cada tecla emitira seu próprio pulso, isolando a sensação.
A documentação faz menção ao iPad, então há de se especular que a tecnologia, caso venha a se tornar real, atenderia ao tablet da companhia e, por consequência, aos novos iPhones.
Claro, um registro de patente não significa que a Apple já estaria com a ideia em desenvolvimento. É comum no mercado tecnológico que uma patente sequer saia do papel, mas é por meio dela que podemos determinar o direcionamento de produtos de uma empresa.
Os comentários estão desativados.