Domingo, 11 de outubro de 2026
Por Redação O Sul | 23 de fevereiro de 2016
O marqueteiro João Santana afirmou, nessa segunda-feira, que as acusações contra ele são infundadas mas que não está surpreso com o mandado de prisão temporária expedido contra ele na 23ª fase da Operação Lava-Jato, deflagrada na manhã desta segunda. Segundo o publicitário que comandou as campanhas presidenciais do PT desde 2006, o Brasil vive um clima de perseguição.
Em carta ao Partido de la Liberación Dominicana, Santana pediu para ser desligado com caráter imediato da campanha à reeleição de Danilo Medina à presidência da República Dominicana. Santana e sua mulher, Mônica Moura – que também teve prisão temporária decretada –, estão no país desde janeiro para cuidar da campanha de Medina, mas embarcam de volta ao Brasil nessa segunda para se apresentarem à PF (Polícia Federal).
“Me dirijo a vocês, porque, como ficaram sabendo também pelos meios de comunicação, acordei esta manhã com a notícia de que meu nome está sendo ligado a uma suposta trama relacionada com o financiamento de campanhas políticas no Brasil”, inicia o marqueteiro. “Conhecendo o clima de perseguição que se vive hoje em dia no meu país, não posso dizer que me pegou completamente de surpresa, mas ainda sim é difícil acreditar”, completou. (Folhapress)
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