Terça-feira, 13 de outubro de 2026

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Brasil O Ministério da Educação repassou 296 milhões de reais para o pagamento de bolsas da Capes

Compartilhe esta notícia:

Rossieli Soares da Silva é o atual ministro da Educação. (Foto: André Nery/MEC)

O Ministério da Educação liberou na segunda-feira (6) R$ 296,61 milhões para o pagamento de bolsas da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior). Segundo o ministério, o montante liberado para o Capes corresponde à segunda maior cota dos recursos financeiros liberados pela pasta, que totaliza R$ 1,7 bilhão.

Ddesse total R$ 634,07 milhões são destinados para as instituições federais, sendo R$ 458,9 milhões repassados para as universidades e R$ 175,58 milhões para os institutos federais.

Em evento realizado ontem em São Paulo, o ministro da Educação, Rossieli Soares, reafirmou que as bolsas de estudos de pós-graduação da Capes serão mantidas em 2019.

Ao todo o ministério anunciou a liberação de R$ 2,5 bilhões em recursos financeiros e orçamentários para diversos programas e ações da pasta, além do custeio e investimento das instituições federais de ensino.

Recursos em 2018

As operações totalizam um repasse financeiro de R$ 3,152 bilhões para as universidades em 2018, até o momento, e de R$ 1,240 bilhão para os institutos federais. Com essa verba, o Ministério da Educação chega a 80% de liberação do total de R$ 7,513 bilhões de custeio e 55% do total de R$ 633,119 milhões de investimento previstos para o ano nessas instituições.

Ao longo de 2018, foram repassados recursos financeiros no total de R$ 11,092 bilhões para pagamentos de programas, despesas e ações nas universidades, institutos, autarquias, fundações e secretarias da pasta, informou o ministério.

“Os repasses financeiros estão sendo efetuados de forma regular, sem atrasos, garantindo o andamento das políticas e ações estruturantes executadas pela pasta e instituições vinculadas”, diz a nota.

Em 2016 e em 2017, o Ministério da Educação liberou 100% do orçamento de custeio para todas as universidades e institutos federais. Em 2018, foram liberados, até o momento, R$ 4,20 bilhões em orçamento de custeio; R$ 208,09 milhões de investimento e R$ 388,6 milhões de receitas próprias para as universidades; R$ 1,77 bilhão de custeio, R$ 81,46 milhões de investimento e 28 milhões de receita própria para os institutos; e, por fim, R$ 46,92 milhões de custeio, R$ 127,69 milhões de investimento, além de R$ 70,1 milhões de receita própria para os hospitais universitários.

Ao todo, somando-se financeiro e orçamento, as instituições federais vinculadas ao Ministério da Educação  receberão R$ 1,4 bilhão em recursos liberados.

Educação

Educação é um tema que desperta o interesse da maioria dos brasileiros. De acordo com pesquisa inédita da Jeduca (Associação de Jornalistas de Educação) realizada pelo Instituto Datafolha, 80% dos entrevistados disseram ter muito interesse em reportagens de educação. A porcentagem supera temas como saúde (78%) e política (23%). Apenas 4% informaram não ter nenhuma atração por matérias dessa editoria.

A pesquisa foi apresentada nesta terça-feira (7) no 2º Congresso Internacional de Jornalismo de Educação. Ao todo, foram ouvidas 2.084 pessoas de todas as classes sociais e idade acima de 16 anos durante os dias 12 e 16 de junho, em 129 municípios de todas as regiões do País. A margem de erro é de 2 pontos para mais ou para menos.

Entre os entrevistados, a TV aberta é a fonte mais frequente de informação sobre educação, apontada por 52% do total de entrevistados e por 55% daqueles que disseram ter muito interesse no tema. As redes sociais aparecem em segundo lugar, com 29% do total e 31% dos muito interessados em educação, seguidas pela rádio, com 24% do total e 26% dos mais interessados no tema.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Brasil

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

O Brasil ficou entre os últimos lugares em ranking de automação de empresas
“A Justiça Eleitoral tem como coibir crimes contra a honra”, disse o presidente do Tribunal Superior Eleitoral
Pode te interessar