Segunda-feira, 12 de outubro de 2026

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Brasil O Ministério da Saúde espera que o acordo entre o governo e os grevistas garanta a entrega de medicamentos

Compartilhe esta notícia:

Expectativa da pasta é de que a distribuição de insumos de saúde seja normalizada nos próximos dias. (Foto: Reprodução)

O Ministério da Saúde informa que a distribuição de medicamentos comprados de forma centralizada pelo governo se manteve regular até o dia 24 e que não houve prejuízo na entrega. A expectativa da pasta é que os acordos para suspender a paralisação dos caminhoneiros garanta a distribuição de insumos de saúde para os próximos dias. Na sexta-feira (25), algumas cidades informaram limitação na circulação de ambulâncias e cancelamentos de exames e de cirurgias por falta de combustível e de materiais.

Entre os medicamentos entregues pelo Ministério da Saúde, estão antirretrovirais para o tratamento do HIV, como o dolutegravir, e alguns antibióticos. Outros medicamentos são comprados por Estados e municípios por meio da transferência de recursos. Também há as terapias financiadas com recursos estaduais e municipais.

O ministério diz que, em relação às vacinas, foram atendidos todos os pedidos feitos pelos Estados e municípios até o dia 23 para garantir a vacinação de rotina nas unidades de saúde. Em relação ao atendimento, a pasta informa que a garantia é de competência das secretarias municipais e estaduais de saúde.

A pasta não informou se haveria um plano alternativo para a garantia de entrega de medicamentos, mas a expectativa é de que a paralisação seja suspensa nos próximos dias – e isso irá garantir os insumos e medicamentos distribuídos pelo Ministério da Saúde.

Paralisação e saúde

Na sexta-feira (25), Estados informaram que começaram a limitar a circulação de ambulâncias pela ausência de combustível. Também alguns municípios interromperam a vacinação e cirurgias eletivas (não emergenciais) foram canceladas.

Entidades manifestaram preocupação com entrega de medicamentos, com equipamentos que funcionam a diesel em laboratório e com a presença de funcionários nas unidades de saúde. O consenso, no entanto, é de que a situação não ainda não é tão grave.

Cidades no Rio Grande do Sul, em Pernambuco e na Bahia relatavam baixa de estoque em oxigênio. Houve também cancelamento de exames.

Outras entidades que manifestaram preocupação com a continuidade da greve foram a Federação Brasileira de Hospitais, a Associação Nacional de Hospitais Privados e a Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica. “Estamos preocupados com a situação do desabastecimento de insumos, de materiais hospitalares e, também, de mão de obra, ou seja, a presença física dos funcionários nos hospitais”, disse Luiz Aramicy Pinto, presidente da Federação Brasileira de Hospitais.

 

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Brasil

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

O governo poderá subir os tributos para compensar o diesel mais barato para os caminhoneiros, disse o ministro da Fazenda
Saiba o que dizem as entidades que representam os caminhoneiros após as novas medidas anunciadas pelo governo para terminar com a greve
Pode te interessar