Sexta-feira, 10 de julho de 2026

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Política O motivo que levou Aécio Neves a desistir de concorrer à Presidência da República em 2026

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Plano do PSDB, partido do deputado (foto), é concentrar esforços nas eleições por vagas no Congresso. (Foto: Thiago Cristino/Câmara dos Deputados)

Semanas após ter seu nome apresentado para a disputa ao Palácio do Planalto, o deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG) já descartou a possibilidade de participar da corrida presidencial.

Ao Radar, da revista Veja, o próprio Aécio confirmou a decisão, pontuando que em nenhum momento o PSDB havia confirmado a candidatura dele. De acordo com o dirigente partidário, o plano da legenda é concentrar esforços nas eleições por vagas no Congresso e a retomada dos planos mais ambiciosos ficará para 2030.

“Nossa decisão é concentrar todos os nossos esforços na retomada do protagonismo do PSDB via Congresso Nacional e, a partir daí, preparar um projeto para o Brasil em 2030. Aí sim, com uma candidatura presidencial, mas com bases sólidas”, explicou Aécio.

“Espero que essa seja a última eleição com essa polarização tão rasa e que tão mal vem fazendo ao Brasil”, acrescentou.

Perfil

Aécio Neves da Cunha iniciou sua carreira pública com forte ligação familiar, atuando como assessor pessoal de seu avô, Tancredo Neves, durante o governo de Minas Gerais e na campanha presidencial de 1985.

Filiado ao PSDB, consolidou sua trajetória legislativa ao ser eleito deputado federal por Minas Gerais em quatro mandatos consecutivos a partir de 1986. Em 2001, durante seu quarto mandato na Câmara dos Deputados, exerceu a presidência da Casa.

Foi eleito governador de Minas Gerais em 2002, no primeiro turno, e reeleito também no primeiro turno em 2006.

Em 2010, renunciou ao governo mineiro para disputar uma vaga no Senado, sendo eleito. Ele assumiu a presidência nacional do PSDB pela primeira vez em 2013.

Em 2014, Aécio Neves oficializou sua candidatura à Presidência da República pelo PSDB, tendo o senador Aloysio Nunes como candidato a vice-presidente.

A campanha tucana posicionou-se como principal oposição ao governo da então presidente Dilma Rousseff (PT), focando em críticas à condução da economia e propondo diretrizes liberais e de gestão fiscal inspiradas no modelo implementado em Minas Gerais.

No primeiro turno das eleições daquele ano, Aécio alcançou a segunda colocação, avançando para a disputa do segundo turno contra Dilma Rousseff.

A fase final da eleição foi marcada por intensa polarização política. Ao término da apuração do segundo turno, a candidata petista foi reeleita com 51,64% dos votos válidos, enquanto Aécio Neves obteve 48,36% do total, correspondendo a pouco mais de 51 milhões de votos válidos em âmbito nacional. (Com informações da coluna Radar, da revista Veja, e do portal de notícias g1)

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1 Comentário
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Valmir
10 de julho de 2026 10:33

Corrupto cheirador de pó, mentiroso, quadrilheiro , querem o que?

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