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Notícias O PMDB tenta fechar apoio integral ao impeachment, mas uma ala do partido ainda resiste

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O deputado Leonardo Picciani, líder da ala que defende permanência de Dilma. (Foto: Zeca Ribeiro/Agência Câmara)

A ala peemedebista favorável ao impeachment da presidenta Dilma Rousseff, que é majoritária, vai tentar até domingo, quando o processo contra a petista será votado no plenário da Câmara, convencer o restante da bancada por uma unidade de posicionamento. Em reunião na residência oficial do vice-presidente da República, Michel Temer, na terça-feira, que contou com a presença inclusive do líder do PMDB na Câmara, Leonardo Picciani (RJ), aliado do governo, deputados discutiram o melhor caminho a adotar.

O partido vai orientar o voto favorável ao impeachment, mas respeitar casos isolados, avaliando um a um se haverá ou não punição. Houve quem defendesse o fechamento de questão, com expulsão dos votos a favor de Dilma. Contudo, a posição mais amena acabou adotada em reunião de Jorge Picciani (RJ) com o vice-presidente, Michel Temer, no início da semana. A ala que defende o afastamento de Dilma estima que, da bancada de 68 deputados do PMDB, no máximo dez votem pela manutenção da petista na Presidência. A conta incluí ministros do partido que devem se licenciar dos cargos para exercer o direito de voto. Picciani deve manter seu voto favorável à manutenção da petista no governo. O líder vai reunir a bancada nesta quinta-feira e votar o posicionamento. (Débora Álvares/Folhapress)

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