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Brasil O primeiro réveillon da pandemia no Brasil teve praias vazias e poucos fogos

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Em todo o País, festas oficiais de Ano Novo foram canceladas por causa da pandemia de covid-19. (Foto: Reprodução de TV)

No primeiro réveillon desde o começo da pandemia de covid-19, muitas cidades brasileiras cancelaram os eventos oficiais de Ano Novo. Mesmo assim, algumas pessoas foram às ruas para comemorar a chegada de 2021:

No Rio de Janeiro, pequenos grupos festejaram a chegada de 2021 na Praia de Copacabana. Já em Cabo Frio, turistas lotaram a orla.

No Recife, algumas famílias aproveitaram as praias vazias para passar a virada na areia, mas houve flagrante de pessoas sem máscara em Boa Viagem.

Em Salvador, a chegada de 2021 foi marcada por fogos e pouca gente na rua.

Em Santa Catarina, as tradicionais festas públicas de réveillon foram canceladas; queima de fogos de artifício foi registrada em hotéis e em praias de Florianópolis e de Balneário Camboriú.

Em João Pessoa, o público desrespeitou a proibição de instalação de tendas, mesas e cadeiras na orla na virada do ano.

Em Manaus, o Ano Novo foi recebido com fogos, ruas vazias e live musical.

Em Rio Branco, moradores soltaram balões brancos em homenagem às vítimas da covid-19.

Litoral de São Paulo

No litoral de São Paulo, cidades que bloquearam o acesso às praias contrastavam com as que não tomaram medidas para evitar as aglomerações.

É difícil acreditar na cena de uma praia vazia em Santos, com o primeiro dia do ano caindo numa sexta-feira, com sol e calor. A prefeitura decidiu fechar as praias nos dias 31 de dezembro e 1º de janeiro para evitar aglomerações, e colocou por toda orla grades e telas para impedir a entrada das pessoas.

As praças em frente à praia também foram fechadas. A turma dos quiosques e os ambulantes tiveram dois dias de folga forçada. A medida deu resultado e muita gente desistiu de passar o réveillon por lá.

“A medida que eles estão fazendo aí está certo. Tem que respeitar isso aí até chegar esta vacina”, disse um homem.

“Eu estou achando ótimo. Ótimo porque assim a gente está vendo que muitas pessoas estão conscientes, mas outras ainda não”, fala a professora Ivone Anderle.

O único espaço liberado na orla é o calçadão que fica ao lado da avenida da praia e, no local, moradores e turistas aproveitaram o primeiro dia do ano para se exercitar ou contemplar a paisagem. O problema é que muita gente circulou sem máscara.

“E vindo aí, eu falei para a minha esposa: vamos atravessar? Porque tem muita gente ali sem máscara. Então, vamos para o outro lado da calçada porque ali a gente se preserva um pouco mais, né?”, conta o administrador Valter Anderle.

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