Quarta-feira, 13 de maio de 2026

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Brasil O Produto Interno Bruto do Brasil teve uma queda de 1,8% em maio

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O Rio Grande do Sul (5,5%) teve destaque para os avanços mais acentuados. (Foto: Agência Brasil)

O PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro teve queda de 1% no trimestre encerrado em maio deste ano na comparação com o trimestre encerrado em fevereiro. Considerando-se apenas o mês de maio, houve quedas de 1,5% na comparação com abril deste ano e 1,8% na comparação com maio do ano passado. O dado, do Monitor do PIB, foi divulgado nesta terça-feira (24) pela FGV (Fundação Getulio Vargas). Na comparação com o trimestre encerrado em maio de 2017, no entanto, foi registrado crescimento de 0,5%.

Segmentos

Os três setores produtivos (agropecuária, indústria e serviços) tiveram queda do trimestre finalizado em fevereiro para o trimestre encerrado em maio, com destaque para a indústria, que recuou 2,3%, desempenho puxado pela indústria da transformação (4,1%) e a construção (1,1%). A extrativa mineral teve alta de 1,8% e a produção de eletricidade, de 0,3%.

A agropecuária recuou 1,3% e os serviços, 0,1%. No setor de serviços, os piores desempenhos ficaram com os segmentos de transporte (5,3%) e comércio (2,2%).

Sob a ótica da demanda, os investimentos tiveram queda de 4% e as exportações, de 6,8%. O consumo das famílias também recuou, mas de forma mais moderada (0,1%). O consumo do governo foi o único segmento com alta (0,6%). As importações tiveram queda de 5,1%.

Mercosul e Aliança do Pacífico

O secretário de Relações Exteriores do México, Luis Videgaray, afirmou nesta segunda-feira (23) que a aproximação entre o Mercosul e a Aliança do Pacífico trará oportunidades comerciais e permitirá geração de empregos, além de significativos avanços econômicos aos países dos dois blocos.

Juntos, os países que formam os grupos representam 90% de toda a economia da América Latina. “A força, a potência e o tamanho da Aliança do Pacífico e do Mercosul, juntos, são absolutamente incomparáveis. Portanto, é uma grande oportunidade. […] Temos grandes afinidades e, sobretudo, oportunidades”, ressaltou Videgaray.

Comitiva brasileira chega ao México para a primeira reunião de presidentes do Mercosul e da Aliança do Pacífico, em Puerto Vallarta. O Brasil e o México devem assinar acordo para tornar trâmites aduaneiros mais rápidos e aprofundar o intercâmbio comercial entre os dois países. Com a assinatura, o País terá acordos comerciais com todas as nações da Aliança.

Nos últimos anos, o Brasil vem aumentando consideravelmente seus negócios com países da Aliança do Pacífico. Só no último ano, em 2017, o comércio brasileiro com os países que integram a Aliança alcançou US$ 25 bilhões, um incremento de 21,4% em relação ao ano anterior.

Automóveis, máquinas mecânicas, combustíveis, ferro, aço e plásticos são os produtos brasileiros mais exportados para países da Aliança do Pacífico. Já automóveis, combustíveis, cobre, minérios e máquinas elétricas foram os mais comprados pelo Brasil.

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