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Mundo O Produto Interno Bruto, o PIB, da Argentina cresceu 2,9% em 2017, segundo dados oficiais

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A meta para 2018 é uma expansão econômica de 3,5%, segundo o presidente Macri. (Foto: Reprodução)

O PIB (Produto Interno Bruto) da Argentina acumulou no ano passado um crescimento de 2,9% e registrou no quarto trimestre de 2017 um aumento anualizado de 3,9%, informou na quarta-feira (21) o Indec (Instituto Nacional de Estatística e Censos). Segundo explicou o Indec em comunicado, a Argentina somou assim quatro trimestres consecutivos de altas anualizadas no PIB.

De acordo com o organismo oficial, o PIB experimentou no último trimestre de 2017 uma variação positiva de 1% frente ao terceiro trimestre do mesmo ano. O PIB da Argentina tinha registrado em 2016 uma queda de 1,8%, após ter experimentado em 2015 uma alta de 2,6%.

Para 2017, de acordo com as metas da lei de orçamento para esse ano, o governo esperava inicialmente que a economia se expandisse 3,5%, mas depois mudou essa previsão para 3%. A meta para 2018 é uma expansão econômica de 3,5%. O PIB Brasil cresceu 1% em 2017 e o país ficou em último lugar em ranking com 45 países.

Produto Interno Bruto (PIB) da Argentina acumulou no ano passado um crescimento de 2,9% e registrou no quarto trimestre de 2017 um aumento anualizado de 3,9%, informou nesta quarta-feira o Indec (Instituto Nacional de Estatística e Censos). Segundo explicou o Indec em comunicado, a Argentina somou assim quatro trimestres consecutivos de altas anualizadas no PIB.

De acordo com o organismo oficial, o PIB experimentou no último trimestre de 2017 uma variação positiva de 1% frente ao terceiro trimestre do mesmo ano. O PIB da Argentina tinha registrado em 2016 uma queda de 1,8%, após ter experimentado em 2015 uma alta de 2,6%. Para 2017, de acordo com as metas da lei de orçamento para esse ano, o governo esperava inicialmente que a economia se expandisse 3,5%, mas depois mudou essa previsão para 3%. A meta para 2018 é uma expansão econômica de 3,5%. O PIB Brasil cresceu 1% em 2017 e o país ficou em último lugar em ranking com 45 países.

G20

A Argentina, que ocupa a presidência rotativa do G20 neste ano, destacou o compromisso dos ministros de Finanças e presidentes dos bancos centrais do grupo sobre os “benefícios” do comércio internacional. Ao término da primeira reunião ministerial de 2018 do bloco, realizada em Buenos Aires, o ministro de Fazenda argentino, Nicolás Dujovne, disse que foram mantidas a posição de “rejeitar as desvalorizações competitivas como mecanismo comercial” e uma “visão positiva sobre o comércio internacional”.

“Há um ânimo muito construtivo na agenda de comércio”, ressaltou o presidente do Banco Central argentino, Federico Sturzenegger, na entrevista coletiva final da reunião ministerial. A reunião dos ministros de Finanças do grupo das 20 maiores economias desenvolvidas e em desenvolvimento se realiza duas semanas após o governo dos Estados Unidos ter anunciado que aplicará tarifas extraordinárias às importações de aço e alumínio.

Apesar das tensões geradas por essa decisão, Dujovne disse que nos debates dos últimos dias em Buenos Aires sobressaiu a visão de que “não existe” nem estamos “às portas” de uma “guerra comercial” mundial. Dujovne esclareceu que não foram abordadas as tarifas em “particular”, mas o comércio em geral e uma “visão positiva” deste para “gerar emprego, trabalho e produtividade”.

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