Sábado, 08 de agosto de 2026
Por Redação O Sul | 29 de julho de 2021
Leite afirmou que há 51 novos projetos de geração de energia eólica no RS, em 28 municípios
Foto: Gustavo Mansur/Palácio PiratiniPalestrante convidado do 13º Fórum Nacional Eólico – Carta dos Ventos, o governador Eduardo Leite falou, por videoconferência, na manhã desta quinta-feira (29), durante o painel “Projeções Políticas Regulatórias para o Setor Eólico Nacional”. Ele abordou o setor de energias renováveis no pós-pandemia e as políticas estaduais para desenvolvimento no RS.
“O Rio Grande do Sul é, hoje, o quinto Estado brasileiro com maior potência eólica instalada. São 1.836 megawatts de potência divididos em 80 parques eólicos. A energia eólica participa com 19,6% da potência instalada e 27,5% na energia gerada. Temos aproveitado essa oportunidade para geração também em áreas que são do Estado e possíveis de serem utilizadas, como a Lagoa dos Patos”, afirmou o governador.
Segundo Leite, além da potência instalada no Estado, existem diversos novos projetos de geração de energia eólica, totalizando 10.860 megawatts, divididos em 51 projetos em 28 municípios.
“Temos um potencial ainda maior e já há muitos projetos que estão sendo destravados por conta de investimentos no nosso sistema de transmissão, que era um limitador da participação do Estado em novos leilões de energia por dificuldades de escoamento da energia. Existe um esforço do governo para antecipar investimentos nas linhas de transmissão, com redução de dois anos nas entregas, o que destrava outros investimentos em novos parques e instalações de energia no Estado, incluindo fontes renováveis”, ressaltou Leite.
Estão previstos R$ 6,5 bilhões em investimentos no sistema de transmissão gaúcho, totalizando 53 obras, das quais 22 têm previsão de entrega para este ano.
Mais de dois terços das operações do setor eólico nacional estão concentradas no Nordeste do Brasil. Rio Grande do Norte, Bahia, Ceará, Piauí e Pernambuco lideram o ranking de empreendimentos instalados e continuam atraindo novos investimentos graças à natureza pródiga, mas também em razão das ações dos governos federal, estaduais e municipais.
O Fórum Nacional Eólico começou a ser realizado em 2009, quando foi palco da assinatura do documento de compromisso que iniciou a grande arrancada do setor no País.
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Parece ter sómente cinco (5) estados com captação de energia eólica.
A capacidade instalada de geração de energia eólica, no RGS sendo superior a 27% do todo, deveria a muito tempo, estar reduzindo as tarifas para o povo gaúcho. Do que adianta gerar energia elétrica, SEM CUSTO, e não beneficiar o povo que a consome???
Por outro lado, a mais de duas decadas, o polo eólico, no RGS, era o primeiro no Brasil, agora é o QINTO.
Para quem não sabe, Osório é o segundo lugar do mundo, que tem os ventos mais constantes.
Mas não parece sr governador , quanto mais eólica e mais células solares mais aumenta,o preço da energia elétrica , e daí ?
Quinto !!!!Bei!!!
Nenhuma por mérito dele, pois nunca foi administrador , ele é apenas um boneco do PSDB , a serviço de FHC