Quarta-feira, 30 de setembro de 2026

Porto Alegre

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Brasil Não é o momento de aumentar o salário do Judiciário, diz Bolsonaro. O presidente do Senado incluiu na pauta os projetos de lei que aumentam o salário de ministros do Supremo

Compartilhe esta notícia:

Presidente eleito tem sido questionado por supostamente ignorar complexidades do cargo. (Foto: Reprodução)

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) afirmou nesta quarta-feira (07) que vê “com preocupação” o aumento de gastos que pode ser provocado caso o Congresso Nacional aprove a proposta de reajuste dos salários dos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal).

O Senado decidiu na terça-feira (06) incluir na pauta de votação a análise de dois projetos que preveem reajuste para ministros do STF e para a procuradora-geral da República. Para Bolsonaro, não é o momento do País ampliar despesas, já que as contas públicas registram déficits nos últimos anos. “Acho que estamos em uma fase que todo mundo tem ou ninguém tem. Sabemos que o Judiciário é o mais bem aquinhoado entre os poderes, a gente vê com preocupação. Obviamente que não é o momento [de aumentar gastos]”, destacou o presidente eleito.

O presidente eleito deu a declaração após participar de um café da manhã com o comandante da Aeronáutica, brigadeiro Nivaldo Rossato, e outros oficiais-generais da instituição. Em seguida, Bolsonaro seguiu para um encontro com o presidente do STF, Dias Toffoli.

Os projetos que tratam dos reajustes, apresentados pelo STF e pela PGR (Procuradoria-Geral da República), entraram na pauta de votações do Senado. Os textos, já aprovados na Câmara, preveem que, a partir de junho de 2016, os salários de ministros do STF e do procurador-geral passariam de R$ 33,7 mil para R$ 36,7 mil e, a partir de janeiro de 2017, R$ 39,2 mil.

Bolsonaro afirmou, após o café na Aeronáutica, que já conversou com Toffoli na terça-feira durante solenidade no Congresso, sobre a necessidade de defender o futuro do País, com a responsabilidade dividida entre os poderes.

“Todos têm que colaborar para que o Brasil saia dessa crise. E o poder Judiciário, no meu entender, em um gesto de grandeza com toda certeza não fará tanta pressão assim por esse aumento de despesa”, afirmou o presidente eleito.

Mourão

O general Hamilton Mourão, vice-presidente eleito, afirmou que Jair Bolsonaro cogita nomear um general da Marinha para o Ministério da Defesa.  O general da reserva Augusto Heleno, que assumiria o cargo, deve comandar o GSI (Gabinete de Segurança Institucional). “Ele [Bolsonaro] está escolhendo um outro oficial general e está pensando em alguém da Marinha”, disse Mourão.

Segundo ele, a escolha de um oficial da Marinha traria um equilíbrio das forças militares no governo Bolsonaro. Mourão afirmou ainda que os atuais comandantes das três forças serão trocados com o fim do mandato presidencial de Michel Temer e que o critério de seleção deverá ser o de idade, retomando tradição quebrada no governo Dilma Rousseff. Os nomes ainda estão sendo avaliados pelo presidente eleito, segundo Mourão.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Brasil

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Mostra EliteDesign 2018 tem escadaria inspirada nos Instagrammable Places. Projeto da arquiteta Antônia Godinho traz um cenário para interagir
Outubro Rosa também para os pets. Hercosul esclarece sobre o câncer de mama nos amigos de quatro patas
Pode te interessar