Sábado, 11 de abril de 2026

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Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

O debate em torno da regulação do delivery no Brasil, com o Grupo de Trabalho comandado pelo ministro palaciano Guilherme Boulos tramitando sem apoio de empresários e da categoria, segue uma trilha arriscada, parecida com o que houve nas cidades americanas. Nos Estados Unidos, a tentativa de proteger demasiadamente trabalhadores sem a necessária interface com o patronato resultou no repasse dos custos para consumidores e restaurantes. Tanto lá, quanto aqui, o cenário é de inviabilidade no setor, com efeito dominó drástico: preços mais altos, restaurantes fechando as portas, menos pedidos e, consequentemente, queda de postos de trabalho para entregadores. A conferir.

Cadê o preso?!

Consta nos bastidores que foi um Deus nos acuda ontem pela manhã no Aeroporto de Guarulhos. A Polícia Federal teria “dormido” na triagem das cabines onde se verificam passaportes e deixou passar, no desembarque vindo dos EUA, o ex-presidente da Rioprevidência Deivis Antunes. Ele já tinha mandado de prisão. A PRF foi acionada de emergência e conseguiu interceptá-lo na estrada, já no Estado do Rio de Janeiro.

Príncipe na cola

O Governo vai ter trabalho. Mesa Diretora começou a oficializar ontem as Comissões permanentes da Casa, antes do Carnaval – diferente dos anos anteriores. Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP) será presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional. Crítico de Lula da Silva e do Itamaraty, o Príncipe promete promover debates duros para mostrar o que classifica de “irrelevância internacional do Brasil”.

Ajuda eleitoral

A Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político decidiu estruturar participação técnica inédita nas audiências públicas do TSE sobre as regras das Eleições de 2026. A entidade criou grupo de trabalho para analisar as minutas das resoluções eleitorais e formular propostas ao Tribunal, antes mesmo do início formal do calendário eleitoral.

Constantino Júnior

Na CPI do Apagão Aéreo em 2007, Constantino Júnior, então CEO, usou mantra de defesa que garantiu a credibilidade da companhia enquanto a mídia repetia “acidente da GOL”: “É o acidente que vitimou o Boeing da GOL”. E ele estava certo, cheio de provas. Uma delas: os pilotos do jato Legacy (livres!) tinham desligado o transponder. A GOL melhorou o setor no País e o Brasil perdeu um grande e visionário empresário.

Ponto final

Lula da Silva, que tem memória curta – pelo visto no discurso elogioso ao STF na segunda-feira – foi profético lá atrás: “Nós temos uma Suprema Corte totalmente acovardada…”

(Com Carol Purificação e Alexandre Braz – @colunaesplanada)

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