Sexta-feira, 29 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 29 de outubro de 2025
Até o momento, foram confirmadas 64 mortes.
Foto: Fernando Frazão/Agência BrasilO Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) informou estar “horrorizado” com a megaoperação policial nas comunidades do Rio de Janeiro e pediu investigações “rápidas e eficazes”. Em uma publicação nas redes sociais, a ONU diz que ação reforça a tendência de consequências letais das operações policiais em comunidades marginalizadas do Brasil.
“Lembramos às autoridades suas obrigações perante o direito internacional dos direitos humanos e instamos investigações rápidas e eficazes”, diz a publicação.
A megaoperação, deflagrada na terça-feira (28) afetou os Complexos do Alemão e da Penha, na zona norte do Rio de Janeiro.
A polícia e criminosos da facção entraram em combate e criaram cenas de “zonas de guerra” na região, com incêndios, fumaça e até ataques com drones.
A megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão, na Zona Norte do Rio de Janeiro, deixou 121 mortos, incluindo quatro policiais, segundo balanço divulgado nesta quarta-feira (29) pelo governo do Rio.
A ação, considerada a mais letal da história do estado, mobilizou 2,5 mil agentes civis e militares e provocou bloqueios em vias, suspensão de aulas em 83 escolas e paralisação de linhas ônibus.
Moradores relataram ter encontrado dezenas de corpos na área de mata e levaram parte deles até a Praça São Lucas, na Penha. De acordo com a Polícia Civil, 63 corpos foram localizados na região durante as buscas.
Segundo o Grupo de Estudos dos Novos Ilegalismos da Universidade Federal Fluminense (Geni/UFF), o número de letalidades em uma única operação é o maior já registrado no Estado fluminense.
O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, manifestou críticas à falta de priorização da segurança pública no estado por parte do governo federal, especialmente durante a operação policial no Complexo do Alemão e da Penha. Apesar das críticas à gestão da segurança pública, Castro afirmou que não acredita em retaliação política: “Duvido que alguém eleito pelo povo faria algo contra o povo do Rio”.
Segundo Castro, em três ocasiões diferentes, foram solicitados blindados da Marinha para auxiliar nas operações, mas não houve resposta positiva. A justificativa apresentada envolvia a necessidade de uma Garantia da Lei e da Ordem (GLO), medida que não teve apoio.
Castro destacou que, apesar das dificuldades, existe um trabalho de integração com a Polícia Federal, citando operações bem-sucedidas recentes, incluindo o desmantelamento de uma fábrica de fuzis e ações contra lavagem de dinheiro.
O governo fluminense descreve a operação como a maior em 15 anos, marcada por intensa mobilização policial para conter a atuação do Comando Vermelho, que há meses ampliava sua presença em áreas estratégicas do Estado.
Já o ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, afirmou que não recebeu nenhum pedido do governador Cláudio Castro para a megaoperação.
“Não recebi nenhum pedido do governador do Rio de Janeiro, enquanto ministro da Justiça e Segurança Pública, para esta operação. Nem ontem e nem hoje. Absolutamente nada”, disse o ministro em coletiva.
A operação, considerada a maior da história do Estado, teve como objetivo combater a expansão territorial do Comando Vermelho (CV) e prender lideranças criminosas que atuam no Rio e em outros Estados.
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Lá vem a tal de ONU de novo!!
ONU vermelha ..governo federal sem morar para criticar a polícia. do Rio ,a poucos dias colocou traficantes como vítimas.
‘Sob o disfarce da segurança, o Estado do Rio executou uma ação política de desestabilização. O alvo não é o crime, mas o governo federal e a soberania do País’
Mas e lógico. Muitos da turma da ONU adoram talco.
Quanto aos moradores de bem, garanto que estão de festa com a EXCELENTE OPERAÇÃO DA POLÍCIA.
TRISTE FORAM AS 4 BAIXAS POLICIAIS.
A maior guerra que vivemos é a de ter que conviver diariamente e expor nossos filhos nas ruas, praças e escolas, ao lado de “vítimas da sociedade”, ou ficar trancados em casa para que o crime ande livremente à nossa volta. Consequência de anos de omissão por parte dos três poderes, por motivos que muitos conhecem.
Quem diz que no Brasil não tem guerra?
Foram anos de negligência e descaso para com a segurança, a brandura das leis que permitem que o usuário possa portar determinada quantia de drogas e utilizar sem ser responsabilizado, o tratamento do criminoso como sendo vítima da sociedade, entre outros fatores que se escondem nos bastidores da política, em um país onde o cidadão está preso e o delinquente solto. Excesso de direitos sem obrigações só poderia chegar a isso.
viu o que aconteceu no rio estadista lula ?
Que importância tem a opinião da ONU para um país que tem soberania??
A ONU tinha que mandar investigar os túneis embaixo dos postos da própria ONU utilizados pelo HAMAS na Faixa da Gaza. Aí iria ficar HORRORIZADA.
Quem é a ONU na fila do tiroteio…
Uma planilha obtida pela Polícia Civil do Rio de Janeiro revelou que o Comando Vermelho (CV) desembolsou mais de R$ 5 milhões em um único mês na compra de armas e munições.
Parte desse arsenal foi adquirida junto a fornecedores legalizados, entre eles Eduardo Bazzana, um CAC (caçador, atirador e colecionador) registrado no Exército Brasileiro.
🔗 https://pensarpiaui.com/…/comando-vermelho…/51304
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Esta bosta esquerdopata nunca resolver nada..