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Rio Grande do Sul Operação apreende quase 200 celulares em presídios do Rio Grande do Sul

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Foram apreendidos 170 celulares, 21 carregadores, 78 cabos USB, 58 fones de ouvido e 56 chips, além de outros itens.

Foto: Rafa Marin/Ascom Polícia Penal
Foram apreendidos 170 celulares, 21 carregadores, 78 cabos USB, 58 fones de ouvido e 56 chips, além de outros itens. (Foto: Rafa Marin/Ascom Polícia Penal)

Estabelecimentos prisionais dos 26 Estados e do Distrito Federal passaram, entre os dias 24 e 27 de novembro, por revistas gerais da Operação Mute. As revistas simultâneas em galerias e celas buscam materiais ilícitos, como aparelhos celulares, que ingressam de forma proibida. No Rio Grande do Sul, as ações ocorreram nas penitenciárias de Porto Alegre (Pepoa), Modulada de Charqueadas (PMEC) e Modulada de Montenegro (PMEM), com uma movimentação de 994 presos.

Ao todo, foram apreendidos 170 celulares, 21 carregadores, 78 cabos USB, 58 fones de ouvido e 56 chips, além de outros itens.

Estiveram envolvidos 326 servidores das unidades prisionais, do Grupo de Ações Especiais (Gaes), da 1ª e da 10ª delegacias penitenciárias regionais, dos Grupos de Intervenção Rápida (GIR-1 e GIR-10), do Departamento de Inteligência Penitenciária, do Departamento de Inteligência e Operações Estratégicas (Diae) e do Departamento de Segurança e Execução Penal (DSEP), além do apoio de policiais penais federais. As equipes do Diae atuaram de forma integrada, utilizando um equipamento de detecção de dispositivos eletrônicos.

Segundo o secretário de Sistemas Penal e Socioeducativo, Jorge Pozzobom, a Operação Mute consolidou-se como uma importante ferramenta de combate ao crime organizado.

“A Mute se alinha às demais operações que são realizadas sistematicamente pela Polícia Penal e que se fortalecem diante dos diversos investimentos que o governo do Estado tem aplicado no sistema prisional, seja por meio da ampliação do quadro servidores, da aquisição de novos equipamentos ou da adoção de novas tecnologias”, afirmou.

A integração da Polícia Penal com os órgãos de segurança estaduais e nacionais é destacada pelo superintendente Sergio Dalcol. “Entendemos o papel fundamental da articulação como política de segurança pública. Nossos servidores têm demonstrado qualidade e eficiência nas ações estratégicas, como a Operação Mute.”

 

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2 Comentários
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Vanderlei Ochoa
28 de novembro de 2025 11:32

Nada tem controle nesse país. Oba oba geral

Artur Artur
28 de novembro de 2025 13:40

É só colocar um Presidio no meio da freeway… NÃO TEM SINAL.

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