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Cláudio Humberto Oposição aposta em derrota de “maquiagem fiscal”

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Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

Parlamentares evitam um placar, mas dão como certa a derrota do pacote de perversidades do Ministério da Fazenda impondo aumento de impostos para cobrir o rombo bilionário do governo Lula. O deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP) acha que o Congresso rejeitará. “Esse governo continua inventando formas de arrancar mais do bolso do brasileiro”, disse o senador Jorge Seif (PL-SC). Para ele, o governo petista “não sabe cortar privilégios, só sabe aumentar imposto, criticou”.

Proposta equivocada
O deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP) afirma que é equívoco taxar LCI e LCA, que financiam o agro e o setor imobiliário.

Não é ajuste
“Preferem aumentar a carga tributária de forma disfarçada (…) Isso não é ajuste fiscal, é maquiagem”, avalia Luiz Philippe.

Pacote não passa
“Não há qualquer possibilidade de aceitarmos novos aumentos de impostos”, disse à coluna o deputado Marcel van Hattem (Novo-RS).

Passando a mão
A indignação contra o pacote de Malddad é geral entre deputados e senadores também por roubar mais uma prerrogativa do Legislativo.

Governo torra R$44 milhões em viagens em 7 dias
O governo Lula (PT) conseguiu torrar mais de R$44 milhões com viagens somente na primeira semana de junho. No total do ano, até agora, gastou mais de R$560,4 milhões com passagens e – especialmente – diárias a seus funcionários. A fortuna não inclui os gastos do presidente, Janja e outras autoridades que se utilizam dos jatinhos da Força Aérea Brasileira (FAB), como ministros de Estado, presidentes dos Poderes e ministros do Supremo Tribunal Federal.

Ponta do lápis
Até o momento, foram pagos R$341,2 milhões em diárias e R$216,2 milhões com passagens. “Outros” gastos representam R$3,1 milhões.

Gastão nº1
O ministro André Fufuca (Esportes) é quem mais consumiu dinheiro público com viagens até agora, este ano: mais de R$170 mil.

Prata na pesca
André de Paula (Pesca e Aquicultura) conseguiu gastar R$144 mil pagadores de impostos com viagens este ano; R$17,5 mil em diárias.

900 dias de silêncio
Haddad começou a falar em combater supersalários cerca de 900 dias após sua posse. Não adotou qualquer iniciativa para acabar com os marajás no serviço público, até porque, a rigor, eles apoiam Lula e o PT.

Rispidez é hábito
O barraco de Haddad em comissão da Câmara mostrou um pouco o que jornalistas passam quase todos os dias, na cobertura do Ministério da Fazenda. São recorrentes as queixas das grosserias do ministro.

Tá é péssimo
Todo recorte que se olha da pesquisa Ipsos/Ipec é ruim para Lula. Além da alta na soma de “ruim” e péssimo” (43%) e queda na aprovação (25%), os marcadores estão no pior patamar da série histórica.

Cartas censuradas?
Leitor da coluna quer saber se a regra de culpar big techs por publicações de usuários de redes sociais também vai valer para condenar os Correios por cartas “ofensivas” que entrega.

Engoliu seco
A verborragia de Lula ao chamar o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) de “futuro governador” desagradou ao PSD. Alexandre Silveira (Minas e Energia), que estava no palco, sonha com a própria candidatura.

Rodou a baiana
É pau de briga no diretório baiano do Progressistas. O motivo é o comando do partido. A ferrenha disputa envolve o deputado Mário Negromonte Júnior e o ex-deputado federal Ronaldo Carletto.

Condenação coletiva
Funcionários do gabinete da ainda deputada Carla Zambelli (PL-SP) se deram mal por tabela com a condenação da parlamentar. Com a verba bloqueada, o pessoal que trabalha lá vai ficar sem salário.

Gente demais
Faltam vagas para o bonde de políticos de esquerda que querem o Senado no Ceará. O PT sonha com duas candidaturas, José Guimarães e Luizianne Lins, mas tem tudo para ficar com só uma vaga. E olhe lá.

Pensando bem…
…além de pipoqueiro e baleiro, pré-candidato ao Senado também é profissão de risco.

Poder sem Pudor

O poder paulista
Inconformadas com o crescente poder paulista na cena brasileira, políticos, empresários e banqueiros de Minas Gerais se reuniram no final dos anos 1970 para discutir formas de enfrentar São Paulo. Em meio a discursos tão coléricos quanto inúteis, pediu a palavra o sábio José Aparecido Oliveira, que representava o Banco Nacional, do mineiro Magalhães Pinto. E sepultou a reunião com uma ironia: “⁠Amigos, só o fato de não precisarmos trocar moeda, usar passaporte, nem falar outra língua para entrar em São Paulo, já está bão demais.”

Cláudio Humberto

@diariodopoder

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul.
O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

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