Domingo, 16 de agosto de 2026
Por Redação O Sul | 17 de janeiro de 2026
Neste mês, o presidente Donald Trump advertiu que os Estados Unidos iriam "iniciar ataques terrestres" contra os cartéis do narcotráfico na região
Foto: Molly Riley/Casa BrancaA FAA (Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos, na sigla em inglês) alertou na sexta-feira (16) para a existência de atividade militar norte-americana no espaço aéreo de determinadas regiões, especialmente próximas ao México e a vários países das Américas Central e do Sul.
O alerta menciona “situações potencialmente perigosas”, que poderiam afetar os sistemas de navegação por satélite, durante um período de 60 dias.
Neste mês, o presidente Donald Trump advertiu que os Estados Unidos iriam “iniciar ataques terrestres” contra os cartéis do narcotráfico, depois de já terem sido realizados ataques contra embarcações marítimas no Caribe e no Pacífico.
Mais recentemente, as ações militares dos EUA no Caribe têm focado na apreensão de petroleiros ligados à Venezuela.
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Tio sam quer anexar as Américas central e do sul ao território americano. Que maravilha.
Não adianta esclarecer que não há simpatia pelo regime local. Esse detalhe é irrelevante para quem confunde crítica política com autorização para invasão estrangeira. A lógica é binária: se o governo não se alinha a Washington, precisa cair, custe o que custar, inclusive milhões de vidas.
O discurso moral serve apenas como fachada. Nenhuma das invasões promovidas pelos Estados Unidos levou democracia, liberdade ou direitos humanos a lugar algum. O saldo real sempre foi destruição, fragmentação social e dependência econômica. A história recente está aí para quem quiser olhar sem filtros ideológicos.