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Economia Os preços da gasolina e do etanol tiveram leve queda, disse a Agência Nacional do Petróleo

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(Foto: Reprodução)

Os preços da gasolina e do etanol tiveram uma leve queda. Após subir por duas semanas consecutivas, o preço médio da gasolina para o consumidor final recuou na semana passada, mas seguiu acima do patamar de R$ 4,22. O etanol terminou a semana em baixa pela quarta semana seguida, passando para R$ 2,853 por litro. É o que apontam dados divulgados na segunda-feira (7) pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis).

De acordo com o levantamento, o preço médio por litro de gasolina caiu 0,02%, de R$ 4,226 para R$ 4,225. No ano, a alta acumulada do preço da gasolina para o consumidor final é de 3,07%. O valor representa uma média calculada pela ANP, que verifica os preços em 5.804 postos em diversos municípios. Eles, portanto, podem variar de acordo com a cidade.

Na mesma semana, a Petrobras aumentou em 0,66% os preços da gasolina nas refinarias. O reajuste faz parte da política de preços da empresa, que muda os valores quase diariamente com o objetivo de acompanhar as cotações internacionais. O repasse ou não para o consumidor final depende dos postos.

Diesel sobe pela 6ª semana seguida

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis também divulgou o valor médio por litro do diesel para o consumidor final, que fechou a semana em R$ 3,495. Isso representa um aumento de 0,69% em relação à semana anterior. A alta foi a sexta seguida registrada pela agência. Nesse período, o preço já subiu 3,46%.

Na mesma semana, a Petrobras reajustou os valores do diesel nas refinarias para baixo em 0,29%. Da mesma maneira que ocorre com a gasolina, o repasse ou não para o consumidor final depende dos postos. No ano, o preço do diese já acumula alta de mais de 5%.

Etanol em queda

Enquanto isso, o etanol terminou a semana em baixa pela quarta semana seguida, passando para R$ 2,853 por litro. A baixa foi de 1,38%. Quatro semanas, o preço do etanol caiu mais de 6%. No ano, a queda acumulada é de mais de 2%.

Já o preço do botijão de gás subiu 0,07% na semana, passando para R$ 66,97. No ano, porém, há baixa acumulada de 0,65%.

Arrecadação 

A arrecadação fiscal do Brasil com a produção de petróleo pode saltar mais de 200% na próxima década, para cerca de R$ 100 bilhões em 2027, afirmou o diretor-geral da ANP, Décio Oddone. Ao participar de evento em São Paulo, ele disse que a maior receita será fruto do aumento da produção esperado após leilões de novas áreas e beneficiará principalmente os Estados do Rio de Janeiro e São Paulo, onde estão campos do pré-sal.

“A gente estima que no final da década de 2020, com o aumento da produção no Brasil, a arrecadação fiscal brasileira, incluindo todas participações governamentais – royalties, participações especiais e o óleo-lucro, que vai crescer agora com os contratos de partilha de produção, chegue na casa dos R$ 100 bilhões”, afirmou Oddone.

Ele disse que no ano passado essa arrecadação foi de cerca de R$ 41 bilhões, mas desse valor quase R$ 10 bilhões foram em bônus de assinatura em leilões de novas áreas. “Estamos falando de mais ou menos R$ 30 bilhões anuais de (arrecadação) recorrente e a gente imagina que esse número em 2027 pode ser R$ 100 bilhões”, frisou.

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