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Cinema Oscar 2020: 93 países concorrem à categoria de melhor filme internacional

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Este ano, pela primeira vez, a maioria dos diretores dessa categoria são mulheres. (Foto: Reprodução)

A Academia do Oscar anunciou, nesta segunda-feira (7), que 93 países inscreveram seus representantes na pré-lista de longas que concorrerão ao prêmio de melhor filme internacional em 2020. Segundo a revista americana Variety , trata-se de um recorde de inscrições, superando as 92 de 2017.

O candidato brasileiro é “A vida Invisível”, de Karim Ainouz, com Fernanda Montenegro, Gregorio Duvivier, Carol Duarte, Antonio Fonseca, Julia Stockler, Marcio Vito e Nikolas Antunes no elenco. O filme, que se passa na década de 1940, conta a história de  Eurídice, uma jovem talentosa, mas bastante introvertida. Guida é sua irmã mais velha, e o oposto de seu temperamento em relação ao convívio social. Ambas vivem em um rígido regime patriarcal, o que faz com que trilhem caminhos distintos: Guida decide fugir de casa com o namorado, enquanto Eurídice se esforça para se tornar uma musicista, ao mesmo tempo em que precisa lidar com as responsabilidades da vida adulta e um casamento sem amor.

Neste ano, “A vida Invisível” venceu a mostra Un Certain Regard em Cannes, o CineCoPro Award, no Festival de Munique , e o prêmio de público de melhor filme do 23º Festival de Cinema de Lima, no Peru.

De 17 a 30 deste mês, na 43ª Mostra de SP, o público poderá conferir “A vida invisível”   e outros 11 concorrentes ao Oscar de melhor filme internacional. São eles: o sul-coreano “Parasita” , de Bong Joon-ho, o argentino “A odisseia dos tontos” , de Sebastián Borensztein; o dominicano ” The projectionist” , de José María Cabral; o argelino “Papicha” , de Mounia Meddour; o equatoriano “La mala noche” , de Gabriela Calvache; o macedônio “Honeyland” , de Ljubomir Stefanov e Tamara Kotevska; o norueguês “Cavalos roubados” , de Hans Petter Moland; o palestino “O paraíso deve ser aqui” , de Elia Suleiman, o tcheco “O pássaro pintado” , de Václav Marhoul; o alemão “System crasher” , de Nora Fingscheidt, e o australiano “Empuxo” , de Rodd Rathjen.

Nos últimos anos, os filmes escolhidos para representar o Brasil no Oscar foram: “O grande circo místico” (2018), de Cacá Diegues; “Bingo: o rei das manhãs” (2017), de Daniel Rezende; “Pequeno segredo” (2016), de David Schürmann; “Que horas ela volta?” (2015), de Anna Muylaert; “Hoje eu quero voltar sozinho” (2014), de Daniel Ribeiro; “O som ao redor” (2013), de Kleber Mendonça Filho; e “O palhaço” (2012), de Selton Mello.

A última vez que o país disputou uma estatueta na categoria foi com “Central do Brasil”, de Walter Salles, em 1999.

Três debutantes

Na pré-lista divulgada nesta segunda-feira, Gana, Nigéria e Uzbequistão são os debutantes.  “O traidor”, do Marco Bellocchio, é o indicado pela Itália. Mas tem coprodução de Caio Gullane e com Maria Fernanda Cândido,  tem DNA brasileiro.

No dia 16 de dezembro, serão anunciados os 10 selecionados ao prêmio. E, no dia 13 de janeiro, os cinco concorrentes.

No dia 9 de fevereiro, acontece a 92ª solenidade de entrega do Oscar. E a categoria de melhor filme internacional passou a fazer parte da maior premiação do cinema mundial em 1957.

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