Sexta-feira, 29 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 1 de dezembro de 2017
Um padre escocês pediu orações para que o príncipe George, da Inglaterra, que tem ainda 4 anos e é o terceiro na linha de sucessão ao trono, seja homossexual e ajude assim à normalização do casamento gay. Kelvin Holdsworth, reitor da Catedral de Glasgow e figura prominente da Igreja Episcopal escocesa, causou polêmica na imprensa nessa sexta-feira ao fazer proposta em seu blog.
Para conseguir que a Igreja aceite o casamento homossexual, escreveu ele, existe a “opção de rezar, na privacidade de seus corações (ou, em público, caso se atrevam), para que o Senhor abençoe o príncipe George com o amor, quando crescer, de um bom jovem cavalheiro”.
Seu texto segue: “Um casamento real ajudará a solucionar as coisas de maneira incrivelmente fácil, apesar de termos que esperar 25 anos para que isso aconteça”. A Igreja anglicana da Inglaterra não aceita o casamento gay, ao contrário de sua representante escocesa.
A proposta do padre foi recebida com indignação nos setores religiosos. Gavin Ashenden, antigo capelão da rainha Elizabeth II, bisavó de George, disse ao jornal Christian Today que a proposta é “desagradável e desestabilizadora, e equivale a uma maldição”.
Ele afirmou ainda que “as expectativas de todos são que George reine um dia e produza um herdeiro biológico com uma mulher a quem ame”. “É o equivalente teológico da maldição de uma fada malvada nos contos infantis”, acrescentou.
Papai Noel
Nada de presentes caros ou brinquedos exclusivos: o pequeno príncipe George, de apenas 4 anos, mostrou ao mundo sua simplicidade e provou que é uma criança como qualquer outra com a cartinha que escreveu ao Papai Noel.
Nela, o primogênito de Kate e William fez um único pedido – e ainda destacou que foi um bom menino este ano.
Durante sua visita à Helsínquia, na Finlândia, o pai da criança levou o singelo pedido do filho ao bom velhinho. “Ele não fez muitos pedidos, então acredito que apenas este possa ser atendido”, disse o marido de Kate Middleton ao Papai Noel, segundo relatou a imprensa local, que acompanhou o encontro.
Apito
Os corredores (e praticamente todos os cantos!) do Palácio de Kensington não serão mais os mesmos. O motivo? Kate e William, em visita a uma tradicional fábrica inglesa de apitos, receberam exemplares para dar de presente aos pequenos George, de quatro anos, e Charlotte, de dois. “Não podemos mostrar isso para o George… Nunca mais teremos paz!”, brincou William.
O casal real visitou a Acme Whistles, empresa que criou o primeiro apito da polícia britânica e saiu de lá com mimos personalizados – um gravado para William, outro em ouro rosa para Kate, além de algumas opções para as crianças.
Uma curiosidade: a marca, fundada há 147 anos, também “assina” os apitos que são usados nas escolas de samba do Rio de Janeiro.
Os comentários estão desativados.