Sexta-feira, 29 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 15 de novembro de 2016
O norte-americano Justin Ross Harris, acusado de matar o filho de de 1 ano e 10 meses após deixá-lo trancado dentro de um carro por sete horas, na Georgia, nos Estados Unidos, foi considerado culpado pelo crime. Justin Ross Harris, de 35 anos, deve ser sentenciado dentro de duas semanas e pode pegar a prisão perpétua. A morte do pequeno chocou americanos e foi noticiada em diversos países. As informações são da agência de notícias “CNN”.
O júri do caso, composto por seis homens e seis mulheres, deliberaram por 21 horas, nos últimas 4 dias, depois de ouvir 70 testemunhas e mais 1 mil evidências do caso, para considerar o pai culpado pela morte do menino. Para promotores, ele deixou o filho morrer intencionalmente porque queria se “livrar de suas responsabilidades familiares” já que estava tendo relacionamentos extraconjugais.
Harris está detido deste a semana seguinte à morte de seu filho, o menino Cooper, de 1 ano e 10 meses, em junho de 2014. Na época, o pai alegou que deveria ter deixado a criança na creche por volta de 9h, antes de ir ao trabalho. Só às 16h ele notou que a criança ainda estava em sua cadeirinha no assento traseiro do veículo, já sem vida.
Cooper teria tentado desesperadamente escapar do carro onde foi deixado pelo pai. O detetive Phil Stoddard declarou durante um depoimento do caso que foram encontrados machucados na nuca da criança, o que indica que o menino tentou se soltar da cadeira.
Ele também tinha vários arranhões no rosto, que teriam sido feitos durante seus momentos de agonia. O detetive informou ainda que o pai de Cooper apertou o cinto da cadeirinha da criança mais forte e deixou o assento em nível mais baixo, para dificultar que se soltasse
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