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Mundo Parlamento boliviano recebe carta de renúncia de Evo Morales

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Asilado no México, ex-presidente boliviano fala em pacificar a Bolívia. (Foto: Reprodução/Twitter)

O Parlamento da Bolívia recebeu nesta segunda-feira (11) a carta de renúncia de Evo Morales à presidência, na qual ele disse estar determinado a evitar a violência e expressa seu desejo de que a paz social retorne ao país, do qual foi chefe de governo por 13 anos e nove meses.

“Minha responsabilidade como presidente indígena e de todos os bolivianos é evitar que os golpistas continuem perseguindo meus irmãos e irmãs líderes sindicais”, afirmou o agora ex-presidente no texto, cuja autenticidade foi confirmada por fontes do Senado. “Para evitar todos esses acontecimentos violentos e que volte a paz social, apresento minha renúncia.”

Evo enviou a carta pouco depois da transmissão pela TV na tarde de domingo (10) em que anunciou sua decisão de deixar o governo. No texto, o agora ex-presidente condena o fato de o país continuar “hostilizando e perseguindo” indignas, líderes populares e autoridades de seu partido, o MAS (Movimento ao Socialismo).

“Hoje é o momento de solidariedade entre todos nós. Amanhã será o momento da reorganização e o passo a frente desta luta que não termina com estes tristes acontecimentos”, escreveu Evo, em outro trecho da carta. A nota, que destaca várias das conquistas ao longo de sua gestão, menciona a intenção de “resistir” e termina com o slogan “Pátria ou Muerte!”.

A carta do presidente se soma a do vice-presidente do país e presidente da Assembleia Legislativa da Bolívia, Álvaro García Linera, que ressalta que foi forçado a renunciar por um golpe de estado e por “forças obscuras que destruíram democracia”.

Espera-se que o Legislativo convoque uma sessão extraordinária para eleger um sucessor que poderia ser o senadora da opositora UD (Unidade Democrática) Jeannine Áñez, que também é a segunda vice-presidente do Senado.

Jeannine é a principal opção na cadeia de sucessão constitucional após a renúncia de García Linera, da presidente do Senado, Adriana Salvatierra, do presidente da Câmara dos Deputados, Victor Borda, e do primeiro presidente do Senado, Rubén Medinaceli, todos membros do MAS.

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