Quinta-feira, 25 de junho de 2026

Porto Alegre

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Colunistas PEC da Picanha prevê rombo de R$ 175 bi, mas não tem votos para ser aprovada

Compartilhe esta notícia:

Para o relator, igrejas não um ambiente próprio para se fazer campanha eleitoral. (Foto: Pedro França/Agência Senado)

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

A PEC da Picanha, ou PEC do Rombo, Proposta de Emenda à Constituição defendida pela equipe de transição do presidente eleito Lula (PT) foi protocolada ontem, prevendo um estouro no teto de gastos, da ordem de R$ 175 bilhões. A proposta foi protocolada pelo senador Marcelo Castro (MDB-PI), relator-geral do Orçamento de 2023, mas não tem, no momento, apoio necessário para aprovação na Câmara ou no Senado. O líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP-PR), já sinalizou que a atual maioria que permitiu ao presidente Jair Bolsonaro a aprovação de medidas para a área social, tem apenas o compromisso de aprovar a manutenção do Auxílio Brasil e o aumento do salário mínimo acima da inflação, o que representa no máximo, R$ 80 bilhões acima do teto de gastos.

A velha incoerência está de volta

O PT e seus aliados na imprensa declaram que a base do presidente Jair Bolsonaro, que detém maioria na Câmara, e que será ainda maior no Congresso na próxima legislatura, deveria ter sensibilidade com a PEC que mira benefícios para a área social. No entanto, a mesma turma silenciou quando a bancada inteira do PT no Senado, votou contra a proposta de redução do ICMS sobre combustíveis, energia elétrica e telecomunicações, que reduziu a inflação, beneficiando os mais pobres.

Ministro do STF defende desencarceramento de cerca de 300 mil presos

Embora não tenha recebido maior repercussão na imprensa, o que é compreensível, dada a conhecida parceria das redações do consórcio de mídia com o projeto de governo da esquerda, no último sábado (26), o ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal, defendeu uma reforma no sistema penal brasileiro e uma política de desencarceramento como forma de solucionar o problema da criminalidade no país. A sugestão do ministro, seria o desencarceramento alcançar 40% dos atuais 800 mil presos. Foi em evento da Esfera Brasil, grupo que estimula o diálogo entre empresas, governos e instituições:

“Temos que caminhar num sentido de um desencarceramento. Nós temos hoje no Brasil cerca de 800 mil vivendo em condições desumanas”, sugerindo que pelo menos 40% desse contingente, formado por presos provisórios, deveriam ser colocados em liberdade.

Desencarceramento de presos é proposta antiga do PT

As propostas do ministro Ricardo Lewandowski não são novidade para quem acompanha as propostas defendidas pelo PT para a área. Há pouco tempo, o site oficial do PT tirou do ar um documento contendo propostas para um novo governo de esquerda. Divulgado em dezembro de 2021, os documentos mostram que a legenda defende a legalização das drogas, a soltura de presos provisórios, a revogação dos decretos que flexibilizam a posse de armas pela população e até a desmilitarização da polícia. Sobre entorpecentes, o PT comunica, na resolução, que pretende “regular, descriminalizar e estabelecer redução de danos, além de fortalecer a saúde”. E, quanto aos detentos, o PT sugere no documento retirado do ar, “reverter o encarceramento em massa de pretos e pobres, a começar por desencarcerar milhares de presos provisórios”, considerados como vítimas da sociedade capitalista.

Carta de militares da reserva cutuca comandantes

Em carta aberta, 221 militares da reserva, dos quais 46 são oficiais-generais sendo sete deles oficiais generais de quatro estrelas, fazem cobranças dos comandantes das Forças Armadas que respondam aos brasileiros que estão já há mais de 20 dias na porta dos quartéis se manifestando contra o resultado da eleição presidencial. Diz trecho da carta:

“É notório que vivemos uma grave crise institucional, ante a constatação de que os órgãos da cúpula do Poder Judiciário, como o STF e o TSE, vêm sistematicamente se colocando acima das leis e de suas próprias competências, invadindo as atribuições de outros Poderes, como repetidamente afirmado por doutos juristas. A população quer “eleições confiáveis, com processos transparentes, que possam ser auditados e rastreados em todas as etapas.”

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul.
O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Colunistas

Deixe seu comentário

Verificação de Email - você receberá um email de confirmação após enviar o seu primeiro comentário, mas ele só será publicado depois que você clicar no link de verificação enviado para a sua conta de e-mail para confirma-lo. Os próximos comentários serão publicados automaticamente por 30 dias!

18 Comentários
mais recentes
mais antigos Mais votado
Feedbacks embutidos
Ver todos os comentários
Nilton G Veiga
30 de novembro de 2022 01:30

Debilóide!

Vanderlei Ochoa
29 de novembro de 2022 10:58

Isso aí. Vão torcendo para o Brasil dar errado como deu com o bozzo…

Fernando Krause
29 de novembro de 2022 11:36

A “eleição” de um criminoso condenado e recondenado por CORRUPÇÃO por Tribunais Idôneos, solto por decisão política para se eleger e “voltar à cena do crime”, já é a porta do abismo “socialista” para onde o Brasil novamente se encaminha.

Vanderlei Ochoa
29 de novembro de 2022 11:53

Esse jornalista cabo eleitoral do bozo, só sabe fazer fake news….é amigo íntimo do bozo…dái dá pra ver o tipo de gente que é….

Paulo César Silveira da Veiga
29 de novembro de 2022 11:45

Muito estranho, quando bolsonaro abriu as torneiras pra comprar a eleição, ninguém foi contra e o pior está cortando verba em todas as áreas pra fechar as contas dos desvios.
Uma pergunta; como Bolsonaro iria cumprir suas promessas de campanha?? Pois o que está posto também era meta sua.

Fernando Garrido
29 de novembro de 2022 11:59

Dia 1º de janeiro: ” Fora, Lula”!!!
Vai ser guerra até o final do mandato…kkk
Vão provar do próprio veneno…
O Mula não terminará o mandato. O novo Dilmo vai meter o Brasil numa profunda crise econômica…

Gabriel Priebe
29 de novembro de 2022 12:02

Véio ridículo

Vanderlei Ochoa
29 de novembro de 2022 18:57

Esse cabo eleitoral do bozo deve ficar phuto contigo….hahahahahahahahahahahahahahahahahahah

Ck Ps
29 de novembro de 2022 12:52

jornalista n se preocupe, enquanto o sr e outros srs estao pegando chuva e usando banheiro químicos, Bolsonaro se aposenta lá pelos 30 anos e o filho dele assiste ao jogo da seleção “bem baratinho”. E outros estao tentando trabalhar de verdade para manter os 600 reais prometidos na campanha. Agora me diga, quem são os chupadores e mamadores de teta do estado? kkkkkk

Vanderlei Stefani
29 de novembro de 2022 13:21

Pimenta com borracha é um ótimo calmante

Adalberto Meneguzzi
29 de novembro de 2022 14:15

É isso aí!!
Ou cumpre a promessa de campanha feita aos CuPinXas, ou o pau vai comer no lombo dos petralhas!!

Nilton G Veiga
30 de novembro de 2022 01:29

Debilóide!

Vanderlei Ochoa
29 de novembro de 2022 18:08

DIREITA NUNCA MAIS…

Adroaldo Mousquer
29 de novembro de 2022 22:27

Buá, buá, á, á, á, …

Nilton G Veiga
30 de novembro de 2022 01:29

Debilóide!

Marco Antonio Cervi
30 de novembro de 2022 01:14

Tu come bosta?só pode pq falar uma merda dessas…

Vanderlei Ochoa
30 de novembro de 2022 01:10

Brasil acima de tudo, a LEI ACIMA DE TODOS,,,,

Marco Antonio Cervi
30 de novembro de 2022 01:16

Flávio não se engane pra criar mais uns 20 Ou 30 mistérios é barbada,quero ver esse vandeca daqui a um ano

Em dia de Black Friday, STF livrou Aécio Neves e o ministro Dias Toffoli de denúncias envolvendo propinas de quase R$ 70 milhões
Lula teme “oposição dura” e evita governadores
Pode te interessar
18
0
Adoraria saber sua opinião, comente.x