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Economia A pedido de Fernando Haddad, governo Bolsonaro desiste de prorrogar isenção de impostos sobre combustíveis

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O futuro ministro da Fazenda comentou com assessores que recomendou a Lula descartar medida porque isenção de tributos pode ser adotada a qualquer momento

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
O futuro ministro da Fazenda comentou com assessores que recomendou a Lula descartar medida porque isenção de tributos pode ser adotada a qualquer momento. (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

A pedido do futuro ministro da Fazenda, Fernando Haddad, o governo do presidente Jair Bolsonaro não vai mais prorrogar a isenção de PIS e Cofins sobre combustíveis. A equipe de Paulo Guedes propôs ao novo governo prorrogar a medida, que termina no fim do ano, por 30 dias, até o final de janeiro.

Uma medida provisória prorrogando a isenção já havia sido preparada pelo Ministério da Economia e enviada para Casa Civil para ser editada nesta semana. Depois que a informação foi divulgada, e com a reação negativa do mercado, Haddad disse a interlocutores que discutiu a medida com Paulo Guedes e que ainda iria aguardar uma posição final do presidente eleito, Lula.

Haddad comentou com assessores que recomendou a Lula descartar medida porque isenção de tributos pode ser adotada a qualquer momento. E que o novo governo pode decidir isentar outros produtos ou só o diesel e gás de cozinha, deixando a gasolina, por exemplo, de fora.

Nesta terça (27) à tarde, Haddad entrou em contato com o governo e pediu que a medida provisória não fosse mais editada.

90 dias

No governo Bolsonaro, o relato é que o Ministério da Economia fez a proposta de prorrogar por 90 dias, mas Haddad foi contra. Depois, a proposta caiu para uma prorrogação de 30 dias. Segundo assessores de Paulo Guedes, Haddad ficou de consultar Lula. Em seguida, o Ministério da Economia informou que iria baixar a medida até o final do ano.

Assessores de Paulo Guedes disseram que a intenção era evitar que Lula assumisse com os combustíveis subindo de preço. Na equipe de Lula, a avaliação é que Bolsonaro queria prorrogar para fazer mais um aceno a seus apoiadores.

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Fernando Krause
28 de dezembro de 2022 01:03

Quem votou neste crápula agora faz o 👎.

Miltch Mitch
28 de dezembro de 2022 03:09

Cala a boca bundao.
Governo corrupto, cheio de ladrão e sem vergonha
Saudades de Bolsonaro, Guedes e das pessoas corretas de bem.

Vanderlei Ochoa
28 de dezembro de 2022 01:17

Governo do maior ESTADISTA das AMÉRICAS vai fazer uma excelente administração, CONQUISTANDO novamentre o respeito do POVO BRASILEIROS e dos maiores Líderes Mundiais, aliás, o que faz a direitálha morrer de ciumes e perder o sono…..hahahahahahahahahahahahaahah

Carlos Alberto Pugliese
28 de dezembro de 2022 09:41

Faz o L….o Haddad pedindo para aumentar os impostos…toma Vandeca

Jose Lovatto
28 de dezembro de 2022 10:18

O “L”adrão e sua gangue não estão para brincadeiras, já mostram para o que vieram. A economia pujante como está: crescimento acima da media mundial, inflaçaõ abaixo da maioria dos paises de primeiro mundo ou de economia forte, empregos recordes, entre outros ótimos indicadores econômicos, não satisfaz a esses corruptos (todos os indicados tem envolvimento com corrupçaõ), que não estão preocupados com o Brasil e sim com quanto poderão roubar. Lamentavelmente.

Luiz Junior
28 de dezembro de 2022 11:52

FAZ U ELLI e tome no koo.

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