Quinta-feira, 25 de Fevereiro de 2021

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Mundo Pentágono investiga grupo no Facebook com fotos de fuzileiras navais nuas

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(Foto: Reprodução)

O Departamento de Defesa dos EUA está investigando relatos de que alguns fuzileiros navais compartilharam em um grupo secreto no Facebook fotografias de colegas nuas, muitas delas tiradas sem o consentimento das vítimas. De acordo com a Associated Press, o grupo “Marines United” era frequentado por oficiais da ativa e aposentados da Marinha dos EUA e do Reino Unido.

O caso está sendo analisado pelo Serviço de Investigação Criminal Naval, e as fotografias já foram retiradas do ar. “Para qualquer um mirar um de nossos fuzileiros, seja on-line ou de outra forma, de maneira inapropriada, é desagradável e demonstra a ausência de respeito”, disse o comandante do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA, general Robert B. Neller, em comunicado divulgado no domingo (05).

Não foi divulgado o número de funcionários da Marinha que estão sendo investigados. Um oficial do Corpo de Fuzileiros Navais, que falou sob condição de anonimato, informou que ao menos um contratado do governo perdeu seu emprego após publicar um link para as fotografias. “Esses comportamentos negativos são absolutamente contrários ao que nós representamos”, disse o sargento Ronald L. Green.

A página “Marines United” foi revelada pela The War Horse, uma organização sem fins lucrativos mantida pelo fuzileiro naval veterano Thomas Brennan. De acordo com a denúncia, mais de duas dúzias de fuzileiras navais e outras oficiais foram identificadas com o posto, nome completo e localização, junto com as fotos nuas. Fotografias de outras mulheres também foram publicadas e compartilhadas por um link do Google Drive.

As contas associadas ao compartilhamento foram deletadas do Facebook e do Google a pedido dos militares americanos. A investigação aponta que um fuzileiro naval reformado mantinha o endereço no Google Drive.

Um fuzileiro naval que comprovadamente publicou fotos explícitas de outra pessoa pode ser acusado de violações ao Código da Justiça Militar, informa um documento interno obtido pela Associated Press. Os fuzileiros que participaram diretamente ou encorajaram tais ações também podem ser alvo de procedimentos criminais ou administrativos. (AG)

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