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Ciência Pesquisa de cientistas brasileiros usa enzima de vagalumes para detectar o coronavírus

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A enzima em questão pertence à classe das luciferases, cujo papel é catalisar reações que transformam energia química em luminosa. (Foto: Reprodução)

Pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) estão desenvolvendo uma nova ferramenta para a detecção do coronavírus em testes rápidos utilizando uma enzima encontrada em vagalumes.

A enzima em questão pertence à classe das luciferases, cujo papel é catalisar reações que transformam energia química em luminosa, fenômeno conhecido como bioluminescência. Os pesquisadores explicam que, de todas as luciferases, a produzida pelo vagalume Amydetes viviani é uma das que geram bioluminescência mais brilhante e estável, por isso ela foi escolhida para o experimento.

“Pegamos nossa luciferase mais brilhante e a acoplamos, por engenharia genética, a uma proteína capaz de se ligar aos anticorpos”, explicou o professor Vadim Viviani à agência Fapesp.

Segundo o autor do estudo, se os anticorpos contra Sars-CoV-2 estiverem presentes na amostra, a ligação ocorrerá e isso poderá ser detectado por meio da emissão de luz.

“Este estudo é um exemplo de como uma pequena espécie de vagalume pode proporcionar tantos benefícios à sociedade. Um exemplo de como a biodiversidade de nossas florestas e a ciência, ambas tão severamente ameaçadas, podem, juntas, trazer soluções inovadoras e agregar valor econômico e social a um país em desenvolvimento, como o Brasil”, disse Viviani.

O passo seguinte do estudo é saber se a quantidade de anticorpos presentes na saliva ou na secreção nasal, coletadas no exame de swab, é suficiente para desencadear a bioluminescência, tornando possível seu uso na testagem rápida da covid-19.

Pfizer

A vacina contra a covid-19 da Pfizer/BioNTech não aumenta o risco de problemas cardiovasculares graves, como infarto, trombose, ou embolia pulmonar, nas pessoas acima de 75 anos — informa um estudo oficial francês divulgado nesta segunda-feira (19).

A vacinação com este fármaco “não parece estar associada a um aumento do risco de eventos cardiovasculares graves nas pessoas de 75 anos, ou mais”, tanto após a primeira dose, quanto após a segunda, concluem os autores de estudo realizado pelo grupo científico Epi-Phare, ligado ao governo.

Os pesquisadores consideraram o conjunto de hospitalizações de pessoas acima de 75 anos por infartos, trombose, ou embolia pulmonar, entre dezembro de 2020 e março de 2021, e fizeram uma comparação entre vacinados e não vacinados.

Segundo o estudo, a frequência destes episódios entre um grupo e outro “não difere significativamente”.

Seus autores vão continuar monitorando os dados disponíveis “para medir estes riscos em pessoas com antecedentes de doenças cardiovasculares, em populações mais jovens e em pacientes vacinados com outras vacinas anticovid”.

A França começou sua campanha de vacinação no final de dezembro de 2020, concentrando-se, inicialmente, apenas nas pessoas mais velhas. Este grupo foi imunizado, essencialmente, com o fármaco da Pfizer/BioNTech.

Em maio, um estudo do mesmo grupo — baseado, sobretudo, nos dados deste imunizante — concluiu que a vacinação reduzia em 87% o risco de formas graves da covid-19 nas pessoas com mais de 75 anos, transcorridos sete dias da segunda dose.

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