Quarta-feira, 02 de setembro de 2026
Por Redação O Sul | 16 de dezembro de 2025
Pesquisa Quaest divulgada nessa terça-feira (16) mostra que 54% dos entrevistados afirmam que o ex-presidente Jair Bolsonaro errou ao indicar o filho, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), como candidato à Presidência em 2026. Outros 36% dizem que Bolsonaro acertou, e 10% não souberam ou não responderam.
Esta é a primeira pesquisa realizada sem o nome de Jair Bolsonaro desde que o ex-presidente indicou o filho senador como candidato à presidência em 2026. O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 11 e 14 de dezembro. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%.
— Veja os números:
* 54% dizem que Jair Bolsonaro errou ao indicar o filho;
* 36% afirmam que Bolsonaro acertou;
* 10% não sabem ou não responderam.
Antes da avaliação sobre a indicação, a pesquisa perguntou se os entrevistados tinham conhecimento do apoio de Jair Bolsonaro à candidatura do filho 61% disseram que sabiam, enquanto 39% afirmaram que não tinham conhecimento.
A pesquisa também analisou a avaliação da indicação de Flávio Bolsonaro à Presidência de acordo com o posicionamento político dos entrevistados.
Dos eleitores independentes, 56% dizem que Jair Bolsonaro errou na indicação; 28% afirmam que ele acertou; e 16% não sabem ou não responderam.
Dos lulistas: 78% dizem que Bolsonaro errou; 16% afirmam que ele acertou; e 6% não sabem ou não responderam.
Na esquerda não lulista, 71% dizem que Bolsonaro errou; 22% afirmam que ele acertou; e 7% não sabem ou não responderam.
Entre os bolsonaristas: 78% afirmam que Bolsonaro acertou; 16% dizem que ele errou; e 6% não sabem ou não responderam.
Na direita não bolsonarista: 55% afirmam que ele acertou; 38% dizem que Bolsonaro errou; e 7% não sabem ou não responderam.
Intenção
Quando questionados sobre intenção de voto diante da indicação:
* 62% afirmam que não votariam em Flávio de jeito nenhum;
* 23% dizem que poderiam votar;
* 13% afirmam que vão votar no Flávio, e;
* 2% não souberam ou não responderam.
Entre os entrevistados, a pesquisa também mediu a intenção de voto em Flávio Bolsonaro diante da indicação, de acordo com o posicionamento político.
Entre os lulistas: 93% dizem que não votariam em Flávio de jeito nenhum; 5% dizem que poderiam votar; 1% afirmam que votariam; e 1% não souberam ou não responderam.
Na esquerda não lulista: 92% dizem que não votariam de jeito nenhum; 6% dizem que poderiam votar; 1% afirmam que votariam; e 1% não souberam ou não responderam.
Entre os eleitores independentes: 70% dizem que não votariam de jeito nenhum; 20% dizem que poderiam votar; 6% afirmam que votariam; e 4% não souberam ou não responderam.
Na direita não bolsonarista: 29% dizem que não votariam de jeito nenhum; 51% dizem que poderiam votar; 20% afirmam que votariam; e 0% não souberam ou não responderam.
Para os bolsonaristas: 12% dizem que não votariam de jeito nenhum; 31% dizem que poderiam votar; 55% afirmam que votariam; e 2% não souberam ou não responderam.
Indicação
Entre os entrevistados que consideram que Bolsonaro errou na indicação, a pesquisa perguntou quem deveria ter sido escolhido como candidato:
* Nenhum desses: 21%;
* Michelle Bolsonaro (PL): 19%;
* Tarcísio de Freitas (Republicanos): 16%;
* Não souberam ou não responderam: 14%.
* Ratinho Júnior (PSD): 11%;
* Pablo Marçal (PRTB): 5%;
* Romeu Zema (Novo): 4%;
* Eduardo Bolsonaro (PL): 3%;
* Ronaldo Caiado (União): 3%;
* Eduardo Leite (PSD): 2%;
* Outros nomes: 2%.
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