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Economia Petrobras baixa o preço do gás em quase 10%

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A previsão é de que os primeiros botijões comecem a ser entregues na última quinzena de novembro. (Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil)

A Petrobras anunciou que, a partir desta quinta-feira (8), o preço médio do gás de cozinha (GLP) da estatal para as distribuidoras passará de R$ 3,5837/kg para R$ 3,2337/kg, uma redução de 9,8%.

Com a queda, o preço médio cobrado pela Petrobras no botijão de 13 kg passa a valer R$ 42,04, refletindo redução média de R$ 4,55.

“Essa redução acompanha a evolução dos preços de referência e é coerente com a prática de preços da Petrobras, que busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações e da taxa de câmbio”, informou a companhia.

É a quinta queda consecutiva. O último anúncio de mudança no preço havia sido em 16 de novembro, quando a Petrobras reduziu o preço do gás de cozinha de R$ 3,7842 para R$ 3,5842/kg, queda de 5,3%.

Antes, no entanto, vinha em trajetória de alta: em março, o gás de cozinha vendido pela Petrobras havia sido reajustado em 16,1%. Em outubro do ano passado, a alta havia sido de 7,2%. E em julho do mesmo ano, de 6%.

Gasolina e diesel

Os preços da gasolina e do diesel vendidos pela Petrobras às distribuidoras festão mais baixos desde essa quarta.

Segundo a estatal, o preço médio de venda da gasolina A para as distribuidoras passou de R$ 3,28 para R$ 3,08 por litro, uma redução de R$ 0,20 por litro, ou 6,1%. Já no caso do diesel A, o preço médio de venda do litro foi de R$ 4,89 para R$ 4,49, uma redução de R$ 0,40 por litro, ou 8,2%.

O preço do diesel havia sido alterado pela última vez em 20 de setembro, quando o valor do litro foi reduzido de R$ 5,19 para R$ 4,89. Já o litro da gasolina estava inalterado desde 2 de setembro, quando o preço havia caído de R$ 3,53 para R$ 3,28.

Vale lembrar que o valor final dos preços dos combustíveis nas bombas depende não só dos valores cobrados nas refinarias, mas também de impostos e das margens de lucro de distribuidores e revendedores. Os postos têm liberdade para estabelecer os preços cobrados; assim, a queda do preço cobrado pela Petrobras pode demorar – ou nem chegar – às bombas.

Considerando a mistura obrigatória de 90% de diesel A e 10% de biodiesel a parcela da Petrobras no preço ao consumidor passa a ser, em média, R$ 4,04 a cada litro vendido na bomba. Já no caso da gasolina, considerando a mistura obrigatória de 73% de gasolina A e 27% de etanol anidro, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor é de, em média, R$ 2,25 a cada litro vendido na bomba.

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