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Política Polícia Federal marca depoimento do general Gonçalves Dias para esta sexta-feira

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Investigadores já haviam ouvido sobre a suposta negligência de Gonçalves Dias na invasão ao Planalto nos depoimentos já ouvidos sobre os atos de 8 de janeiro

Foto: Reprodução de vídeo
Investigadores já haviam ouvido sobre a suposta negligência de Gonçalves Dias na invasão ao Planalto nos depoimentos já ouvidos sobre os atos de 8 de janeiro. (Foto: Reprodução de vídeo)

A Polícia Federal antecipou para esta sexta-feira (21) o depoimento o agora ex-ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Gonçalves Dias, sobre os atos criminosos do dia 8 de janeiro. A convocação foi antecipada por causa das imagens divulgadas com exclusividade pela CNN nesta quarta-feira (19).

Nos 81 depoimentos já coletados de militares sobre os atos de 8 de janeiro, os investigadores já haviam ouvido sobre a suposta negligência de Gonçalves Dias na invasão ao Planalto. No dia 12 de abril, 81 militares – incluindo três generais – foram à Academia Nacional da PF para depor no inquérito sobre 8 de janeiro. Oito não compareceram, apresentando atestados médicos ou outras justificativas para a ausência.

A divulgação das imagens reacendeu discussões, entre aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), sobre uma eventual extinção do GSI.

Nova secretaria

Interlocutores de Lula defendem, desde a transição, que a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e a segurança presidencial sob comando da PF sejam alocadas em uma nova secretaria a ser criada diretamente no Palácio do Planalto.

No Congresso Nacional, parlamentares da oposição aproveitam para pressionar pela CPMI do 8 de janeiro. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), pode instalar a comissão na próxima semana. O Planalto, no entanto, corre para retirar assinaturas do pedido de CPMI.

“As imagens só reforçam e carimbam a necessidade de instalação imediata da CPMI do 8 de Janeiro”, afirma o deputado Tenente Coronel Zucco (Republicanos-RS), um dos principais defensores da comissão. “O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, fica numa situação bastante delicada se não proporcionar a realização da sessão do Congresso Nacional na próxima semana”, acrescenta Zucco.

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