Quinta-feira, 01 de outubro de 2026

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Saúde Planos de saúde ganham mais de 1 milhão de clientes na pandemia e reúnem maior nível em quase 5 anos

Compartilhe esta notícia:

Ao todo, oito operadoras foram afetadas pelo bloqueio; proibição de venda começa a valer no dia 30 de junho. (Foto: Reprodução)

Os planos de saúde ganharam a adesão de mais de 1 milhão de novos clientes no Brasil em meio à pandemia do novo coronavírus. A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) informou na sexta-feira (21) que o número preliminar de beneficiários em planos de assistência médica atingiu em abril 48,1 milhão de usuários, um aumento de 0,26% em relação a março. Em abril do ano passado eram 47,05 milhões.

Segundo a ANS, trata-se do maior número já registrado em quase 5 anos. “Antes disso, quando verificada a evolução mensal, só foi superado em junho daquele ano, quando o setor atingiu 48.263.518 beneficiários”, informou a agência.

A conquista de novos clientes no último ano ocorreu em todas as modalidades de contratação, com destaque para beneficiários acima de 59 anos e para os planos coletivos empresariais, com variação positiva de 3,15% no comparativo anual. Nos planos coletivos por adesão a alta foi de 0,92%. Já os planos individuais ou familiares tiveram avanço de 0,17%.

Em abril, o mercado reuniu 697 operadoras de assistência médico-hospitalar ativas. O prolongamento da pandemia reverteu um movimento de perda de número de clientes que era observado desde 2015. Apesar da recuperação, o número atual de beneficiários ainda segue bem abaixo da marca do final de 2014, quando o setor chegou a reunir 50,49 milhões de beneficiários.

Taxa de ocupação de leitos recua

A ANS divulgou também que a taxa de ocupação de leitos recuou, retornando ao mesmo patamar de antes da pandemia, puxada principalmente pela redução na ocupação dos leitos dedicados ao atendimento à Covid-19.

No mês de abril, a taxa de sinistralidade do setor atingiu 80%, o que representa três pontos percentuais acima do apurado no mesmo período de 2020.

Considerando o primeiro trimestre, a taxa de sinistralidade do setor ficou em 75%, um ponto percentual dos três primeiros meses de 2020. “Não se observa, até o momento, tendência de alteração no segundo trimestre”, segundo a ANS, que levantou dados com 90 operadoras. A taxa de inadimplência manteve-se em 6%, dois pontos percentuais abaixo do apurado em abril de 2020.

Reclamações

O boletim aponta ainda queda no número de reclamações – tanto gerais como demandas específicas sobre Covid-19. Em abril, foram registradas 13.094 reclamações pelos canais de atendimento da ANS, redução de 14,1% em comparação com o mês anterior.

Em relação às reclamações específicas sobre Covid-19, foram registradas 1.324 queixas em abril, ante 1.525 reclamações em março, queda de 13,2%.

Do total de reclamações relacionadas ao coronavírus, 40% foram a respeito de dificuldades relativas à realização de exames e tratamento, 46% relacionadas a outras assistências afetadas pela pandemia e 14% sobre temas não assistenciais (contratos e regulamentos, por exemplo). Com informações do G1.

tags: em foco

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Saúde

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Após ordem do Supremo, o governo federal prepara a realização do censo em 2022, diz o Ministério da Economia
INSS: saiba quem precisa fazer prova de vida para não perder o benefício
Pode te interessar