Domingo, 06 de setembro de 2026
Por Redação O Sul | 11 de agosto de 2021
A simulação aconteceu na unidade do Carrefour onde João Alberto foi morto em novembro do ano passado
Foto: ReproduçãoA Polícia Civil realizou, durante toda a madrugada desta quarta-feira (11), a primeira etapa da reconstituição da morte de João Alberto Silveira. A simulação foi feita à pedido da defesa dos acusados na unidade do Carrefour localizada na Zona Norte de Porto Alegre, onde o homem foi morto em novembro do ano passado.
A esposa de Beto, como era conhecida a vítima, não participou do procedimento. Apenas testemunhas e envolvidos no caso estiveram no local, que contou com um forte esquema de segurança. O homem foi espancado por vigilantes que trabalhavam no estabelecimento após um desentendimento que começou nos caixas do supermercado.
Para a Polícia Civil, a reprodução simulada é desnecessária, uma vez que o crime foi filmado e amplamente divulgado, mas como se trata de uma ordem judicial, o processo foi cumprido.
Nesta quinta-feira (12), a partir das 18h, ocorrerá o segundo dia da reprodução simulada. O laudo final está previsto para ser entregue aos advogados dos réus nesta sexta-feira (13).
Além da simulação, as testemunhas prestam depoimento antes da reconstituição do crime, que desencadeou uma onda de protestos contra o racismo.
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Que estrago causou este João….!!!
a defesa dos réus quer tentar diminuir a pena
Nos USA, por exemplo um Supermercado NÂO precisa ter “segurança privada”…. ele já paga seus impostos…!!
Liga-se pa o 911…. em minutos chega a Policia e leva o Baderneiro Meliante , e ele está ferrado..!
Aqui tudo errado….. inclusive quem iniciou a Briga foi quem passou a ser vitima…
Tudo errado….Ele tinha que pagar por todos estes prejuizos….!!
Que pena tenho dos trabalhadores que foram envolvidos e estão pagando pela merda que o outro fez….!!
Palhaçada!!!A família recebeu muita grana ficou milionária o sujeito que já tinha passagem foi mais útil para eles depois do acontecido, assim são os presos , a família não quer que o preso saia porque o benefício do INSS é garantido enquanto ele etá preso.