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Brasil Arma e nem mandante do crime são encontrados após três anos da morte de Marielle Franco

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O Ministério Público do Rio de Janeiro denunciou Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz como os assassinos de Marielle e de Anderson.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O Ministério Público do Rio de Janeiro denunciou Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz como os assassinos de Marielle e de Anderson. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O atentado contra a vereadora Marielle Franco, no qual também morreu o motorista Anderson Gomes, completa três anos neste domingo (14) sem que se conheça quem mandou matá-la.

A força-tarefa que investiga o crime afirma ter encontrado os executores e descoberto a dinâmica da noite de 14 de março de 2018, no bairro do Estácio, na região central do Rio de Janeiro.

O Ministério Público do Rio de Janeiro denunciou Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz como os assassinos de Marielle e de Anderson. Os ex-PMs, presos nas penitenciárias federais de Campo Grande e de Porto Velho, vão a júri popular, ainda não marcado.

A perícia apontou que o assassino utilizou uma submetralhadora MP-5 com munição UZZ-18. Mas os investigadores não sabem o destino da arma.

Homenagens

O crime teve repercussão mundial. Hoje, Marielle é lembrada também na Itália, onde dará nome ao terraço de uma biblioteca, e na Suíça, que terá mais um ato em sua memória.

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