Terça-feira, 14 de abril de 2026
Por Redação O Sul | 2 de abril de 2026
Este é o segundo centro habilitado pelo programa no município, com capacidade para cerca de 150 vagas.
Foto: Cristiano Vargas/SMSA rede de atendimento a pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) em Porto Alegre foi ampliada nesta quinta-feira (2), com a entrada em funcionamento de um novo Centro de Atendimento em Saúde (CAS) do programa TEAcolhe. A unidade passa a oferecer atendimento especializado a crianças com diagnóstico de autismo na Capital.
O serviço foi instalado na Unidade Nazareth da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Porto Alegre (Apae), no bairro Glória, Zona Oeste. Este é o segundo centro habilitado pelo programa no município e tem capacidade para cerca de 150 atendimentos. A previsão é de que outros dois serviços sejam implantados ao longo do ano, ampliando a oferta em mais 300 vagas até o fim de 2026.
O TEAcolhe é uma iniciativa da Secretaria Estadual da Saúde, executada em parceria com o município, que fica responsável pela contratação da organização da sociedade civil encarregada do atendimento, com apoio da Câmara de Vereadores. Além dos centros já habilitados, a rede municipal conta com três clínicas conveniadas, que somam 180 vagas, e com o Centro de Referência do Transtorno Autista (Certa), que oferece outras 250 vagas.
Os centros do programa são estruturados para oferecer atendimento multiprofissional, reunindo especialistas de diferentes áreas, como psicologia, fonoaudiologia, terapia ocupacional e serviço social. A proposta é garantir acompanhamento contínuo, com foco na intervenção precoce e na promoção do desenvolvimento das crianças, além de orientar familiares e cuidadores ao longo do processo.
A coordenadora técnica do novo centro, a terapeuta de intervenção precoce Bárbara Azeredo de Souza, afirmou que a ampliação da estrutura fortalece o atendimento especializado e amplia o acesso ao diagnóstico e à intervenção precoce. Segundo ela, o trabalho terá foco no desenvolvimento integral das crianças e no envolvimento das famílias ao longo do processo terapêutico.
A presidente da Apae Porto Alegre, Marilda Cruz Nonnemacher, destacou que a parceria contribui para ampliar o acesso ao atendimento e fortalecer a rede de inclusão. Já o secretário municipal de Saúde, Fernando Ritter, afirmou que a abertura de novas vagas integra a estratégia de reduzir filas e qualificar o atendimento a crianças com autismo na Capital.
O início das atividades foi marcado por ato com a presença de representantes da rede de saúde, autoridades municipais e membros da comunidade.
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