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Porto Alegre Porto Alegre tem a terceira cesta básica mais cara do País

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Dos 13 produtos que compõem o conjunto de gêneros alimentícios essenciais, oito ficaram mais baratos, entre eles o tomate

Foto: Reprodução
Dos 13 produtos que compõem o conjunto de gêneros alimentícios essenciais, oito ficaram mais baratos, entre eles o tomate (Foto: Reprodução)

A Cesta Básica de Porto Alegre registrou queda de 1,90% em junho, passando a custar R$ 754,19, valor que em maio chegava a R$ 768,76, e o terceiro mais alto valor entre as capitais pesquisadas.

As informações foram divulgadas nesta quarta-feira (06) pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). Com o valor, os gaúchos precisam trabalhar 136 horas e 54 minutos para comprar uma cesta básica.

Dos 13 produtos que compõem o conjunto de gêneros alimentícios essenciais, oito ficaram mais baratos: o tomate (-8,05%), a batata (-4,98%), a banana (-4,48%), a carne (-2,65%), o feijão (-2,57%), o pão (-0,96%), o óleo de soja (-0,57%) e o arroz (-0,22%). Por outro lado, cinco itens ficaram mais caros: o leite (14,66%), o café (2,84%), a manteiga (2,52%), a farinha de trigo (2,17%) e o açúcar (0,22%).

No ano, a variação é de 10,44%, enquanto em 12 meses, de 17,42%. O percentual do salário mínimo líquido para a compra dos produtos chega a 62,27%. A quantia ideal deveria ser de R$ 6.527,67 ou 5,39 vezes o total de R$ 1.212.

Segundo a pesquisa, São Paulo foi a capital onde a cesta básica teve o maior custo (R$ 777,01), seguida por Florianópolis (R$ 760,41), Porto Alegre (R$ 754,19) e Rio de Janeiro (R$ 733,14).

Nas cidades do Norte e Nordeste, onde a composição da cesta é diferente, os menores valores médios foram registrados em Aracaju (R$ 549,91), Salvador (R$ 580,82) e João Pessoa (R$ 586,73).

Na comparação com junho do ano passado todas as capitais pesquisadas tiveram alta de preço, com variações que oscilaram entre 13,34%, em Vitória, e 26,54%, em Recife.

A pesquisa indicou ainda que o salário mínimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria ser de R$ 6.527,67, ou 5,39 vezes o mínimo de R$ 1.212,00. Em maio, o valor necessário era de R$ 6.535,40, ou 5,39 vezes o piso mínimo. Em junho de 2021, o valor do mínimo necessário deveria ter sido de R$ 5.421,84, ou 4,93 vezes o mínimo vigente na época, de R$ 1.100,00.

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