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Porto Alegre Porto Alegre testa o uso de drone para pulverização de inseticida contra larva do mosquito da dengue

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Primeiro voo experimental foi realizado nesta semana. (Foto: Patrícia Coelho/ PMPA)

A Vigilância Ambiental da Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de Porto Alegre inciou nesta semana os testes para incorporar nova tecnologia no controle do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue: o uso de drone. Trata-se de projeto-piloto realizado em parceria com o Centro Estadual de Vigilância em Saúde.

Nesse primeiro voo experimental foi utilizada água em vez larvicida, para avaliar o funcionamento do veículo operado remotamente. Indicado especialmente para áreas extensas e sem presença de moradores, o equipamento será operado por técnicos de nível superior da Vigilância Ambiental, conforme critérios previamente estabelecidos.

De acordo com o gerente do setor, Alexandre Companhoni, os locais de aplicação serão definidos de forma estratégica pelas equipes. Dentre os ambientes prioritários estão grandes pátios, imóveis abandonados, cemitérios e ferros-velhos, locais que costumam favorecer o acúmulo de água-parada – meio propício à proliferação do inseto transmissor da doença.

O larvicida a ser utilizado é biológico e seletivo, atuando exclusivamente sobre as larvas do mosquito, sem risco para humanos e animais. Além disso, apresenta efeito residual, permanecendo ativo no ambiente por dias ou até meses. A expectativa é incorporar o uso do drone ao trabalho de controle do mosquito transmissor de vírus de doenças como a dengue, chikungunya e zika ainda neste ano.

O drone foi cedido à Diretoria de Vigilância em Saúde e é de uso exclusivo para ações ambientais do órgão. Esse drone será usado de forma complementar a outras ferramentas já implementadas pela Vigilância Ambiental para o controle vetorial na capital gaúcha.

Atualização compartilhada nessa quarta-feira (6) pela Secretaria Estadual da Saúde elevou para 940 os casos confirmados de dengue no Rio Grande do Sul desde janeiro. A estatística inclui 682 pacientes que contraíram a doença dentro do próprio território gaúcho. Até agora, um óbito foi registrado (ao longo de 2025 os desfechos fatais chegaram a 52).

Sintomas e prevenção

Quem apresenta febre, vômito, dor de cabeça e no corpo deve procurar imediatamente um posto de saúde. Em caso de sintomas como dor abdominal intensa, tontura, sangramentos, desidratação e dificuldade para se alimentar, a orientação é de que o indivíduo se dirija a serviços de urgência como a unidades de pronto atendimento (UPA).

As autoridades de saúde preconizam a adoção de uma série de práticas comprovadamente capazes de evitar a proliferação do inseto transmissor. Confira:

– Evitar água parada em qualquer recipiente, inclusive em piscinas plásticas.
– Descartar o lixo corretamente.
– Manter caixas d’água e lixeiras bem tampadas.
– Limpar calhas e colocar telas nos ralos.
– Tratar adequadamente a água de piscinas.

(Marcello Campos)

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