Segunda-feira, 10 de agosto de 2026
Por Redação O Sul | 15 de agosto de 2022
Além de Lula e Bolsonaro, ex-presidentes Dilma e Temer, que se afastaram desde o impeachment de 2016, já confirmaram presença. Na foto, Alexandre de Moraes
Foto: Rosinei Coutinho/STFA posse do ministro Alexandre de Moraes na presidência do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), nesta terça-feira (16), deve marcar o primeiro encontro entre o presidente Jair Bolsonaro (PL) e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na disputa eleitoral deste ano. O evento também deverá ter o reencontro de Michel Temer (MDB) e Dilma Rousseff (PT), que se tornaram adversários.
Integrantes da campanha de Lula disseram que o petista pretende desembarcar em Brasília para participar da cerimônia que também vai dar posse ao ministro Ricardo Lewandowski na vice-presidência do TSE.
O tribunal foi informado de que Lula vai comparecer à posse de Moraes. Bolsonaro sinalizou a Moraes em encontro na semana passada que deve comparecer, o que o levou a antecipar viagem a Juiz de Fora (MG), no primeiro dia oficial da campanha eleitoral.
Com a expectativa das presenças de Lula e Bolsonaro, a posse de Moraes no TSE deve reunir seis presidentes. Pessoas à frente da organização da cerimônia disseram que confirmaram presença José Sarney (MDB), Fernando Collor (PTB), Dilma Rousseff (PT) e Michel Temer (MDB).
De acordo com relatos feito, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso não deve comparecer por questões de saúde, mas deve mandar uma carta. Dilma e Temer são considerados adversários políticos desde o impeachment de 2016, quando o emedebista substituiu a petista no comando do Palácio do Planalto.
Segundo aliados da petista, Moraes teria telefonado a Dilma para confirmar o convite. O envio de convites a mandatários do Palácio do Planalto para a posse de um presidente da Justiça Eleitoral costuma ser praxe.
Até o início da manhã desta segunda-feira (15), 23 dos 27 governadores confirmaram presença, além de 49 embaixadores. O gabinete de Moraes convidou, ao todo, 2.000 pessoas.
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Nao esqueça da sua segurança por favor!!! Vai ter muitos fura olho! Né Temer??????
A suprema corte deveria questionar isso….
De janeiro a maio deste ano, 1.559 militares das três Forças Armadas tiveram pagamentos líquidos de mais de R$ 100 mil por mês. Juntos, os profissionais receberam R$ 262,5 milhões já depois dos descontos, como Imposto de Renda e contribuição para a Previdência dos militares.
A lista dos beneficiados inclui oficiais que integraram o governo de Jair Bolsonaro (PL), como o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello – em março, o general teve rendimentos líquidos de R$ 305,4 mil, ao passar para a reserva remunerada do Exército.