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Política Partido Progressista diz ter reconhecido Lula como presidente e não ter autorizado ação do PL

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O partido de Cláudio Cajado alega ainda não ter sido intimado para se manifestar na ação, e afirma que Valdemar Costa Neto já não poderia falar em nome das demais legendas da coligação

Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados
deputado Cláudio Cajado (PP-BA) avaliou que aprovação do projeto na Câmara abre caminho para votação da reforma tributária .(Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados)

O Progressistas (PP), partido do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, e do ministro da Casa Civil do governo Jair Bolsonaro (PL), Ciro Nogueira, afirmou que vai recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para não ter recursos do partido bloqueados devido à ação movida pelo Partido Liberal (PL) com questionamentos às urnas eletrônicas. O presidente da sigla, Cláudio Cajado, disse não ter autorizado a ação do PL junto à Corte.

“O presidente Valdemar (Costa Neto, do PL), como representante da coligação, entrou em nome de toda a coligação, mas não tivemos nenhuma participação nesse processo, sequer fomos intimados ou citados e como podemos ser penalizados?”, questiona Cajado.

De acordo com o PP, ainda nesta quinta-feira (24), os advogados do Partido Progressistas entrarão com recurso para excluir a legenda da multa e do bloqueio do fundo partidário. “Impugnaremos o valor atribuído a uma causa que não tem valor econômico. O valor da causa aqui seria inestimável, quando a multa poderia ser fixada em até 10 vezes o valor do salário-mínimo”, explica o Progressista.

O PP alega ainda não ter sido intimado para se manifestar na ação, como também, que Valdemar Costa Neto já não teria poder para falar em nome das demais legendas da coligação. “A ata de eleição do representante da coligação não pode ser um cheque em branco”, completa o partido.

Entenda

Nesta quarta (23), o presidente do TSE, Alexandre Moraes, indeferiu o pedido do PL para anular o segundo turno das eleições deste ano. Na decisão, o ministro condenou os partidos da coligação de Jair Bolsonaro a pagarem uma multa de R$ 22,9 milhões. Além do PL, a coligação é composta por Progressistas e Republicanos.

O partido do presidente apresentou na terça-feira (22) um relatório apontando supostas inconsistências em seis modelos de urnas usados no pleito e defendeu que parte dos votos fosse anulada. Horas depois, Moraes pediu então que o partido incluísse no relatório dados sobre o primeiro turno das eleições, já que as urnas usadas nas duas etapas do pleito foram as mesmas. O PL não apresentou os dados.

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Marco Antonio Cervi
24 de novembro de 2022 21:29

Que lixo de partido,sempre correndo atrás de cargo,MDB e PP,dois lixos.

Nilton G Veiga
24 de novembro de 2022 22:09

Covardia, dinheiro ou cargos???
São todos mercenários e cafajestes.

Ck Ps
24 de novembro de 2022 23:37

ficando cada.dia mais chato negar o ganhador das eleições legítimas. O resto é perfumaria de perdedor

Vanderlei Ochoa
25 de novembro de 2022 11:19

Quanta alegria. A LEI ACIMA DE TODOS. BRASIL ACIMA DE TUDO E DEUS NO COMANDO….porque DEUS está do lado certo e não do lado dos que usam seu nome em vão…..quaquaquaqua

Ck Ps
25 de novembro de 2022 16:26

discurso odioso e raivoso. É esse teu discurso né?

Cezar Roldão Schuaste
25 de novembro de 2022 14:36

Arregão—–mais um

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