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Porto Alegre Aprovada a inclusão da história afro e indígena nas atividades das escolas municipais de Porto Alegre

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A medida também propõe a realização de cursos, seminários e debates sobre o tema

Foto: Manoelle Duarte/SMED
A medida também propõe a realização de cursos, seminários e debates sobre o tema. (Foto: Manoelle Duarte/SMED)

A Câmara de Vereadores de Porto Alegre aprovou o projeto de lei que inclui nas atividades das escolas da rede municipal de ensino a história afro-rio-grandense, afro-porto-alegrense e dos povos indígenas do Estado.

De acordo com o vereador Jonas Reis (PT), a proposta de sua autoria objetiva é a reparação a esses povos, “cujas trajetórias e histórias foram excluídas, continuamente, dos livros e das salas de aula”.

O projeto dispõe que caberá à Secretaria Municipal de Educação incluir o conteúdo nas atividades escolares. A medida propõe também a realização de cursos, seminários e debates com a participação da sociedade civil e movimentos populares vinculados à história e à cultura dos povos indígenas, africanos e afro-brasileiros, valorização dessas etnias e análise do material didático a fim de suprir carências identificadas.

De acordo com Reis, mesmo após a aprovação legal do fim da escravatura e a proclamação da República, esses povos não tiveram seu direito à cidadania assegurada pelo Estado. “A formação da sociedade gaúcha foi por meio da mão de obra escravizada do povo negro, cuja herança de sua presença foi apagada da história oficial”, apontou o vereador. O texto segue para sanção do prefeito Sebastião Melo.

A proposta é de autoria do vereador Jonas Reis (PT). (Foto: Jeannifer Machado/CMPA)

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Nilton G Veiga
1 de dezembro de 2022 11:27

Hipocrisia, conversa para boi dormir.
Falando em direitos, reparações sociais e reconhecimento de afros e indígenas enquanto o próprio poder os segrega. Basta ler notícia veiculada neste mesmo jornal sobre a proibição do plantio de transgênicos por indígenas.

Valmir Endruweit
1 de dezembro de 2022 16:01

Não terá história dos Alemães , Italianos, etc…Só Afro e Indígenas, porque nossos filhos devem saber algo que não nos interessa? Essa decisão foi tomada por vereadores cretinos ou pela sociedade em votação são so mesmos que discutem se cobram para mijar e cagar nos banheiros públicos?Começos a porra das ideologias da esquerda na escolas e não tem um filho da p…para impedir esse tipodee imposição comunista.

Luciano Vargas
1 de dezembro de 2022 18:22

Estão aplicando uma visão parcial e distorcida da nossa história, promovendo apenas alguns segmentos e desprezando outros.

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